quarta-feira, 9 de maio de 2012

Saiba porquê alguns países ricos são protestantes

Resposta: Porque os protestantes surrupiaram sob sangue derramado, todos estes países ricos antes católicos. É sabido que os saqueadores sempre gananciam as coisas de maior valor de suas vítimas, nem que para isso as exterminem. Tal procedimento histórico praticado pelo protestantismo é o que vamos ver a seguir. 

Há muitos outros países ricos que continuam católicos, como o Canadá, Suíça, Austrália, Itália, França, Irlanda, Bélgica, etc., que muito enganador protestante omite porque não os conseguiu surrupiar.

Todos os países ditos “protestantes e ricos”, já eram ricos e católicos antes do protestantismo ser fundado no século 16 e confiscá-los. O povo foi obrigado a "engolir" o protestantismo porque os reis e príncipes cobiçavam as terras e bens materiais doados pelos católicos à Igreja. Prova isto o fato de que as primeiras providências eram recolher ao fisco real, tudo o que da Igreja Católica poderia se converter em dinheiro. Daí veio a “riqueza” protestante.  

Visitando-se estes países, vê-se claramente que as antigas igrejas e utensílios religiosos dali, são católicos e adaptados para o culto protestante. São Bonifácio desde muito antes da fundação do protestantismo na Alemanha, continua padroeiro do país e São Jorge o da Inglaterra, a quem empresta a “cruz de São Jorge” para a bandeira nacional.

Os reais países colonizados pelos protestantes continuam pobres, miseráveis ou na semi-barbárie, são eles a África do Sul, Índia, Nigéria, Botswana, Jamaica, Bahamas, Guiana e São Vicente e Granadinas. Por que os protestantes não os enriqueceram?

Os protestantes eram tão incapazes que sequer se esforçaram para evangelizar o povo destes países, parecem ter surgido apenas para implicar com a Igreja Católica. A grande Índia por exemplo, foi abandonada por eles, e seu pobre povo continua a ser entregue aos diversos deuses pagãos. Isso sempre é omitido pelos protestantes que preferem fazer cultos arruaceiros dentro de ônibus e metrôs dos países católicos.

Veja a seguir, como os protestantes surrupiaram os países ricos que antes eram católicos, para posar hoje de “religião dos países ricos”. Observe que os povos destes países não foram evangelizados para ser protestantes, mas impostos sob ameaça de morte. Na maioria desses países o dízimo passou a ser descontado em folha de pagamento e a religião protestante era, ou ainda é estatal.

Alemanha - Os protestantes liderados por Lutero começaram se apoderando dos conventos e das Igrejas católicas. Os príncipes não se fizeram rogar. Além da administração mundana, passaram também a formular e inventar doutrinas. A opressão sangrenta ao catolicismo pela força armada foi a consequência de semelhante princípio. Cada vez que se trocava um soberano o povo era avisado que também se trocavam as "doutrinas evangélicas". (Confessio Helvetica posterior ( 1562 ) artigo XXX)

Relata o famoso historiador Pfanneri: "uma cidade do Palatinado desde a Reforma, já tinha mudado 10 vezes de religião, conforme seus governantes eram calvinistas ou luteranos". (Pfanneri. Hist. Pacis Westph. Tomo I e seguintes, 42 apud Doellinger Kirche und Kirchen, p. 55)
Passadas as perseguições, hoje ali, o número de católicos já empata com o de protestantes.

Holanda - Aqui foram as câmaras dos Estados Gerais a proibir o catolicismo. Com afã miserável tomaram posse dos bens da Igreja. Martirizaram inúmeros sacerdotes, religiosos e leigos. Fecharam igrejas e mosteiros. A fama e a marca destes fanáticos chegou até ao Brasil.

Em 1645 nos municípios de Canguaretama e São Gonçalo do Amarante ambos no atual Rio Grande do Norte cerca de 100 católicos foram mortos entre dois padres, mulheres, velhos e crianças, simplesmente porque não queriam se "batizar" na religião dos invasores holandeses.

Em 1570 foram enviados para o Brasil para evangelizar os índios o Pe Inácio de Azevedo e mais 40 jesuítas. Vinham a bordo da nau "S. Tiago" quando em alto mar os interceptou o "piedoso" calvinista Jacques Sourie. Como prova de seu "evangélico" zêlo mandou degolar friamente todos os padres e irmãos e jogar os corpos aos tubarões (Luigi Giovannini e M. Sgarbossa in Il santo del giorno, 4ª ed. E.P, pg 224, 1978)
Hoje já não tem mais maioria protestante: católicos 33%, Igreja Reformista Holandesa 14%, calvinistas 7%.

Suíça - O Senado coagido pelo rei aprovou a proibição do catolicismo e proclamou o protestantismo religião oficial. A mesma maldade e vileza ocorreram. Os mártires foram inumeráveis. (J. B. Galiffe. Notices génealogiques, etc., tomo III. Pgna 403)
Já não tem mais maioria protestante: Igreja Católica 41,8%; várias denominações protestantes 35,3%.

Suécia -  Gustavo Wasa suprimiu por lei o Catolicismo. Jacopson e Knut, os dois mais heróicos bispos católicos foram decapitados. Os outros obrigados a fugir junto com padres, diáconos e religiosos. Os seminários foram fechados, igrejas e mosteiros reduzidos a pó. O povo indignado com tamanha prepotência pegou em armas para defender a religião de seus antepassados. Os Exércitos do "evangélico" rei, afogaram em sangue estas reivindicações. (A Reforma Protestante, Página 203, 7ª edição, em IRC. 1958)
Graças a essa violência, assim está a religião por lá: Em 2008 cerca de 73% da população do país se declararam pertencentes a Igreja Luterana Sueca, uma igreja protestante com adaptações suecas. Os católicos representam cerca de 1,9% e os evangélicos pentecostais, cerca de 1%.

Dinamarca -  A Dinamarca era católica, com a Reforma luterana, iniciada no séc. 16, os bens da Igreja católica e mosteiros passaram a ser confiscados. O protestantismo foi introduzido por obra e graça de Cristiano II, por suas crueldades apelidado de " o Nero do Norte". Encarcerou bispos, confiscou bens, expulsou religiosos e proclamou-se chefe absoluto da Igreja Evangélica Dinamarquesa. Em 1569 publicou os 25 artigos que todos os cidadãos e estrangeiros eram obrigados a assinar aderindo à doutrina luterana. Ainda em 1789 se decretava pena de morte ao sacerdote católico que ousasse por os pés em solo dinamarquês. (Origem e Progresso da Reforma, página 204, Editora Agir, 1923, em IRC)

Desde a Reforma, Durante muitos anos apenas o Luteranismo era permitido na Dinamarca, mas em 1682, o Estado reconheceu três outras religiões: a Igreja Católica, a Igreja Reformada e o Judaísmo.

EscóciaO poder civil aboliu por lei o catolicismo e obrigou todos a aderir à igreja "calvinista presbiteriana". Os padres permaneceram, mas tinham de escolher outra profissão. Quem era encontrado celebrando missa era condenado à morte. Católicos recalcitrantes foram perseguidos e mortos, igrejas e mosteiros arrasados, livros católicos queimados. Tribunais religiosos foram criados para condenar os católicos clandestinos. (Westminster Review, Tomo LIV, p. 453)
Assim está a religião por lá: Igreja da Escócia 42%; ateus/nenhuma 28%; católicos romanos 16%.

Irlanda - Quando impuseram o protestantismo, os camponeses da Irlanda pegaram em armas para defender o catolicismo. Foram trucidados impiedosamente pelos exércitos de Cromwell. Ao fim da guerra, as melhores terras irlandesas foram entregues aos ingleses protestantes e os católicos forçados à migrar para o sul do continente. Cerca de 1.000.000 de pessoas morreram de fome no primeiro ano do forçado exílio.

Sob Cromwell mais de cem mil cidadãos foram desterrados, vinte mil vendidos como escravos para a América, seis mil crianças de ambos os sexos lançadas fora da ilha e vendidas. (C. CANTUI, Storia Universale(3), Torino, 1846, t. XVII, p. 395. (Cfr. BERNH. LESKER, Irland's Leiden und Kämpfen, Maiz 1881, p. 36 ss.)
De uma feita, mil donzelas foram arrancadas aos braços de suas mães, levadas a Jamaica e aí expostas ao mercado como escravas. (GUSTAVO DE BEAUMONT, L'Irlande sociale, politique et religieuse(7), Paris, 1863, t. I, p. 75.)

Isso é só uma pequena amostra da crueldade protestante na Irlanda. Hoje ali o catolicismo triunfou e é a fé de 86,8% dos Irlandeses. http://www.brasilescola.com/geografia/irlanda.htm

Inglaterra - Foi "convertida" na marra, porque o rei Henrique VIII queria se divorciar da esposa para viver em adultério com outra.  Como a Igreja não consentiu, ele fundou a "sua" igreja protestante, obrigando o parlamento a aprovar o "ato de supremacia do rei sobre os assuntos religiosos".

Padres e bispos foram presos e decapitados, igrejas e mosteiros arrasados, católicos aos milhares foram mortos. Qualquer aproveitador era alçado ao posto de bispo ou pastor. O povo foi obrigado a ser protestante anglicano. (Macaulay. A História da Inglaterra. Leipzig, tomo I, página 54)

Hoje, passadas as ameaças, o catolicismo se aproxima de ser maioria novamente ali. Num único dia 400 mil anglicanos se converteram ao catolicismo: http://www.bibliacatolica.com.br/blog/protestantismo/cerca-de-400-mil-anglicanos-descontes-com-canterbury-solicitam-uniao-plena-com-roma/#

Cinco mil ingleses se convertem ao catolicismo a cada ano, afirma sacerdote britânico, confira: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=10375

Estados Unidos - Os Estados Unidos foram descobertos pelos católicos.
A partir do ano de 1607, começou chegar ali os protestantes ingleses e holandeses para aos poucos ir surrupiando o país. Depois que a Inglaterra surrupiou uma parte e a Holanda outra. A Holanda deu sua parte para a Inglaterra que cresceu os olhos.

Os ingleses vendo que a economia da colônia mostrava sinais de enriquecimento e vigor, resolveram forçá-la para baixo com a adição de novos impostos e sobre-taxas de produção sobre a fabricação de tintas, vidro, papel e principalmente chá.

Em 1773, devido à alta dos impostos, ocorreu em Boston a revolta do chá. Samuel Adams e John Dickinson fundaram a Sociedade dos Filhos da Liberdade.

Após muitas guerras para sair do domínio inglês, finalmente, no dia 3 de setembro de 1783, em Paris, foi assinado o tratado em que os Estados Unidos, representados por John Adams, Benjamin Franklin e John Jay, tiveram sua independência reconhecida, formalmente, pelo Reino da Grã-Bretanha. E aí o protestantismo espalhou-se ali, porque era a religião destes usurpadores. O passo seguinte foi dizimar os nativos em gigantescos massacres. Nos anos 70 eles faziam filmes colocando os índios como bandidos e os dizimavam a bala enquanto o mundo comia pipoca assistindo a isso.

O Catolicismo nos Estados Unidos da América, cresceu drasticamente durante a história do país, deixando de ter pouca expressão no período colonial para se tornar a maior denominação cristã atualmente. A Igreja Católica contava com cerca de 76,9 milhões de fiéis em 2003 nos EUA, fazendo deste o terceiro país de população católica do mundo em números absolutos, atrás apenas do Brasil e do México, respectivamente. Percentualmente, cerca de 26% dos estadunidenses são católicos, o que torna a Igreja Católica quatro vezes maior do que a segunda denominação cristã do país em número de fiéis, a Southern Baptist Convention (Convenção Batista do Sul).

Finlândia - O cristianismo foi introduzido na Finlândia no século 12, com a Primeira Cruzada do rei da Suécia, Erik o Santo, acompanhado do Bispo de Uppsala, Henrik de origem inglesa, que iniciou a introdução da Igreja Católica na Finlândia. O Bispo Henrik foi martirizado em 1157 e adotado como Santo Padroeiro da Finlândia.

Em 1556, o Rei Gustavo Vasa da Suécia designou seu filho Juhana como Duque da Finlândia, em 1581 a Finlândia foi transformada em um Grão Ducado e em 1634 foi totalmente incorporada no Reino da Suécia.

Após a Idade Média, o Rei Gustavo Vasa da Suécia rompeu com a Igreja Católica adotando a religião protestante luterana. (Notaram a jogada?), quando o luteranismo foi adotado pela Suécia, foi introduzido também na Finlândia e declarado religião oficial do país. (Viram só que desrespeito à fé do povo?). A liberdade de culto foi dada somente em 1923. http://www.penedo.com/content/view/50/192/

Já que deram liberdade aos Finlandeses: os luteranos finlandeses querem fazer parte da Igreja Católica, afirmou o bispo luterano de Helsinki, o reverendo Eero Huovinen, no Congresso Eucarístico Nacional italiano realizado em Bari.

Disse o bispo luterano que representa 84% da população do país: “Nós, os luteranos finlandeses, desejamos formar parte da Igreja católica de Cristo”. Explicou ainda, que junto aos católicos e outros cristãos luteranos, celebraram em 2005 os 850 anos da Igreja na Finlândia. “Junto às irmãs e aos irmãos católicos, rezamos para poder ser uma só coisa em Cristo”, sublinhou Huovinen, encerrando com a seguinte frase: “A unidade não se realiza sem a verdade e o único caminho é a verdade e a caridade. Desde o fundo de meu coração, quero antecipar o dia no qual luteranos e católicos, juntos, possam unir-se em uma forma visível”. (Fonte: Agência Zenit)

Detalhe: o bispo luterano Huovinen e os 84% dos luteranos finlandeses, celebraram mesmo foi os 850 anos da Igreja Católica Apostólica Romana na Finlândia, que ele mesmo chama de “igreja católica de Cristo”, pois a igreja luterana (de Lutero) está muito longe de ter essa idade no país.

Eis o que de fato é o protestantismo. Uma farsa. Aí se vê como o Diabo cria uma religião, do jeito que ele gosta: cheia de mentiras, adultérios, assassinatos e todo tipo de perversidade! Enquanto privavam o povo de ser católico, sopravam-lhes nos ouvidos as mais estapafúrdias calúnias contra a Igreja Católica. Levantamos todos os embustes ao longo dos séculos, confira a Cronologia Universal das Mentiras e Sabotagens Protestantes: http://fimdafarsa.blogspot.com.br/2011/06/cronologia-universal-das-mentiras-e.html  

Aqui no Brasil, alguns líderes de seitas protestantes, desinformados de que estão rapidamente sendo superados pela Igreja Católica porque o povo está se informando, ainda abrem a boca para dizer que pertencem a “religião dos países ricos”, esquecidos que as Escrituras dizem: "O vosso ouro e a vossa prata estão enferrujados e a sua ferrugem testemunhará contra vós e devorará as vossas carnes" ( Tg 5, 2-3 ).

E assim encerramos o blefe daqueles que por ignorância, vivem a lamentar por não ter sido colonizado pelos protestantes. Saudações da África do Sul, Índia, Nigéria, Botswana, Jamaica, Bahamas, Guiana e São Vicente e Granadinas.


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Autor do levantamento sobre os países: Dr. Udson Rubens Correia do www.veritatis.com.br / “A Infância Negra do Protestantismo, Como se Expandiu a "REFORMA" no Século XVI E XVII?”

Pesquisa complementar: Fernando Nascimento
Fontes ao longo do texto.
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quarta-feira, 2 de maio de 2012

A mentira dos baús para venda de indulgências

A Mentira:

"Em 1517, em Jüterbog, uma pequena vila alemã, John Tetzel, pregador dominicano, com o aval do Papa Leão X, armou um púlpito na praça (como o fazia em outras localidades), tendo a seu lado um baú onde os camponeses seriam convidados a deixar seu dinheiro em pagamento (perdão) de pecados, fossem eles seus, de algum parente, ou de falecidos, pecados esses já cometidos ou a cometer. Registra a história que quem pagasse, teria o perdão. Poderia acontecer de alguém querer matar outrem e, se antes tivesse comprado a tal indulgência, poderia promover o seu ato sem peso na consciência. Uma indulgência era um documento firmado pela Igreja, dado a quem pagasse para obter o perdão, totalmente contrário ao que a Bíblia ensina que o perdão nos foi conquistado pela morte e ressurreição de Jesus Cristo."

Onde se encontra a mentira:




A Verdade

Essa é mais uma mentira forjada pelos protestantes, para fazer parte da penca de embustes difamatórios que apregoam que a Igreja “vendia” indulgências e lugares no céu, coisa que a Igreja católica jamais fez, e que o protestantismo faz hoje em qualquer igreja de porta sobe e desce pelo mundo.

O isolado monge John Tetzel, da tal pequena vila alemã, nunca teve o aval do Papa para nada, antes o Papa o mandou repreender pelo que fazia, e aquele envergonhado, morreu de desgosto por causa disso.

O próprio Lutero, pai dos protestantes e testemunha ocular dos fatos na Alemanha, documentou em suas 95 teses o contrário do que pregam os embusteiros protestantes de hoje. Dizia Lutero defendendo o Papa:

50. Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.

51. Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto – como é seu dever – a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de indulgências extorquem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isto fosse necessário vender a Basílica de S. Pedro.

53. São inimigos de Cristo e do Papa aqueles que, por causa da pregação de indulgências, fazem calar por inteiro a palavra de Deus nas demais igrejas.

91. Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido.
(Fonte: http://www.ibnshekinah.com.br/Estudos-B%C3%ADblicos/as-95-teses-de-lutero.html ).

Outro protestante desmascarou a lenda dos baús. Registra a Enciclopédia Católica New Advent:

["Os baús indulgência de Tetzel exibido na Jüterbog e outras cidades alemãs, são falsificações, de acordo com o escritor protestante Körner (Leben Tetzel, 73)].
Fonte: http://www.newadvent.org/cathen/14539a.htm
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Cai a farsa.
Autor: Fernando Nascimento

terça-feira, 1 de maio de 2012

A falsa caridade espírita

A suposta caridade do Chico Xavier  e dos adeptos da doutrina espírita, é uma falsa caridade, uma caridade ambígua e egoísta, feita e praticada para aliviar pseudas penas de "reencarnações passadas", pelo simples fato de pretenderem “ evoluir” numa próxima "encarnação", ou seja: não fazem caridade por verdadeiro amor ao próximo, mas por amor a si próprios, pensando apenas no próprio bem disfarçadamente.

O falso carma espírita

Se de fato eles fossem viver realmente a tal "doutrina" espírita, de que se está pagando com sofrimentos nesta vida presente o que se cometeu de mal em “vidas passadas”, deduz-se então que eles não precisariam recorrer aos médicos quando fossem acometidos por alguma doença neste vasto vale de lágrimas. Deveriam ter conciência que, se estão sofrendo, é porque em suas “vidas passadas” cometeram o mal. Então, aguenta! Mas como não são bobos e nem de ferro, fazem como o charlatão Chico Xavier, sempre recorrem à medicina.

 (Colaboração de Solange Ponto e Antonio Paulo, Museu da Mentira)

“Está determinado que os homens morram uma só vez e logo em seguida o juízo.” (Hebreus 9,27).

Cai a farsa.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Museu das Almas do Purgatório – Refutado

Por Fernando Nascimento

A Rede Globo exibiu há algum tempo, uma velhaca apologia ao espiritismo repleta de simulações, esta foi pilhericamente intitulada na internet: “Museu das almas. O Vaticano já admite comunicação com os espíritos”

Local onde o embuste foi exibido: REPORTAGEM DO FANTÁSTICO, conforme o vídeo abaixo:



Desmascarando o embuste:

1- Primeiro vamos acabar com o falso mistério dos sensacionalistas da Globo: o Museu das Almas do Purgatório, dito que não podia “ser filmado nem fotografado”, (como qualquer outro como o Museu d’Orsay e o Museu Paulista para preservar o acervo), e era um “segredo guardado dentro da Igreja Católica”, na verdade abre de segunda a sábado, das 7h às 11h e das 17h às 19h e tem entrada gratuita, conforme informa a Revista Viajar pelo mundo, de agosto 2011 - edição nº 25, disponível aqui: http://www.revistaviajar.com.br/artigos/ler/418/homenagem-ao-bizarro

Este museu, que na verdade é uma pequena sala ao lado da sacristia da Igreja do Sagrado Coração do Sufrágio, em Roma, não foi criado para justificar o espiritismo, mas o purgatório, que os espíritas pecadoramente descartam junto com céu e o inferno.

A eterna desconhecedora da história da Igreja católica, a repórter Ilze Iscamparini, levianamente diz sobre o purgatório: “hoje pouco se fala dele, o céu e o inferno disputam de maior prestígio nos sermões católicos”.

Vemos aí uma mentira deslavada! Desde os primeiros séculos até cada segundo de nossos dias, do amanhecer ao entardecer, nos quatro cantos da terra, há uma missa onde um padre reunido a uma multidão roga pelas almas do purgatório.

Esta jornalista não se fundamenta, ou simplesmente tenta endossar a maquinação da qual faz parte. Confira abaixo alguns primitivos testemunhos do purgatório até nossos dias:

- Está demonstrado na Bíblia que alguns serão salvos pelo fogo (1Co 3,15); que cada um será salgado com fogo (Mc 9,49); que Deus purgará cada um (Zacarias 13,8-9), (Malaquias 3,2-4).

- Tertuliano (160-220) na carta (De Monogamia 10) prega o purgatório;

- Clemente de Alexandria em 202, um dos teólogos mais importantes de Alexandria, explicou o Purgatório (Stromata, 6:14,in ANF,II:504);

- São Cipriano, em 249 já dizia: ”...uma coisa é penar muito tempo e purificar-se nas chamas do Purgatório e outra coisa é ter removido todos os pecados, pelo martírio”. (Na luz Perpétua, 5ª. ed., J. B. Lehmann, Ed. Lar Católico, MG,1959);

- S. João Crisóstomo (349-407) dizia: "Os Apóstolos instituíram a oração pelos mortos e esta lhes presta grande auxílio e real utilidade." (In Philipp. III 4, PG 62, 204);

- Bento XVI sublinhou em (12/1/2012) no Vaticano que, o purgatório é “uma verdade fundamental da fé” que convida os católicos a “rezar pelos defuntos”. Exatamente como as Escrituras deliberam: “Se alguém vê seu irmão cometer um pecado que não conduz à morte, que ele ore, e Deus dará a vida ao irmão; isto, se, de fato, o pecado cometido não conduz à morte. Existe um pecado que conduz à morte, mas não é a respeito deste que eu digo que se deve orar.” (1 S.João 5,16)

2- O Sr. Clóvis Nunes, que aparece como “pesquisador de parapsicologia”, na verdade é um suspeito espírita de carteirinha disfarçado. Confirme no link abaixo, onde se lê:

[Palestra do professor, projetista técnico, parapsicólogo, pesquisador, escritor, conferencista e espírita Clóvis Nunes, um dos pioneiros no Brasil no estudo da Transcomunicação Instrumental (TCI).] http://grupoacaminhodaluz.blogspot.com/2007/10/clvis-nunes-o-espiritismo-bblia-e-as.html

A sorrateira intenção deste cidadão era desonestamente usar o acervo deste museu em apologia ao espiritismo, mas logo veremos abaixo, que ele quebrou a cara pois o golpe teve efeito contrário.

Veja os trechos citados pelo espírita Clóvis Nunes, que sepultou de vez o espiritismo e ele nem percebeu:

“A irmã Clara Schoelers apareceu quase 60 anos depois de sua morte -- e deixou a marca no hábito da freira Maria Herendorps.” - Ué! Depois deste tempo todo ela não tinha reencarnado em ninguém??? Logo o espiritismo é uma farsa.

“Giuseppe Leleux foi acordado pela visão da mãe, morta 27 anos antes. A mãe teria deixado uma marca impressa na roupa de dormir do filho.” - Ué! Depois deste tempo todo ela não tinha reencarnado em ninguém??? Logo o espiritismo é uma farsa.

“A alma materializada diz: ‘Eu sou sua sogra, morta de parto há 30 anos.” - Ué! Depois deste tempo todo ela não tinha reencarnado em ninguém??? Logo o espiritismo é uma farsa.

“Ela celebra as missas com orientação do padre. Meses depois a alma volta e agradece a ela, dizendo que está livre”, diz o pesquisador.” - Por aí se vê que os pecados dos espíritas não se limpam na farsa da reencarnação. Logo o espiritismo é falso.

“Ela foi até o livro, abriu, e ali imprimiu as marcas de fogo de sua mão. E o que é curioso, é que ela abriu o livro na parte final do capítulo IV. As marcas ficaram sobre o seguinte texto: “Estou carregado de pecados, combatido de tentações, e não há quem me valha, não há quem me livre e salve senão tu, Senhor”, recita Clóvis. - Por aí se vê que o espiritismo é uma farsa, pois o próprio Clóvis leu que só Jesus perdoa os pecados e salva, e não as várias reencarnações. Logo o espiritismo é uma farsa.

3- Note que na reportagem, a jornalista, teve sempre que ouvir do padre entrevistado: “que não dá muita importância as peças do museu”; “não é possível materializar uma coisa espiritual”; “que não acredita naquelas “relíquias”, “que as peças podem ser verdadeiras; mas as almas não expressam sua presença nessas coisas, só em casos de graças especiais”; “há também manifestações de caráter infernal”; “coisa do diabo”.

Quando o padre Gino explica que há pela comunhão, comunicação entre Deus e nós, a maliciosa jornalista Ilze Scamparine tenta distorcer isso para provar o espiritismo, mas logo ouve do atento padre: “o espiritismo não existe”. “Nos não podemos chamar o espírito de Michelangelo, de Rafael ...”  Para novamente deixar isso a cargo só das graças especiais de Deus.

4- Ao final da apelativa reportagem, a jornalista aparece entrevistando um anônimo (???), que fala desautorizado em nome da Igreja, ainda que não defendendo o espiritismo, mas a comunicação entre este mundo e o outro, coroando o embuste.


O Vaticano já admite comunicação com os espíritos? - NÃO!

Resposta oficial: "Os espíritas devem ser tratados, tanto no foro interno como no foro externo, como verdadeiros hereges e fautores de heresias, e não podem ser admitidos à recepção dos sacramentos, sem que antes reparem os escândalos dados, abjurem o espiritismo e façam a profissão de fé". (Concílio Plenário da América Latina, Cf. Acta ET Decreta Concillii Americae Latinae, Roma, 1902, n. 163s.), (1a. Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (1953) in: Frei Boaventura Kloppenburg OFM "Espiritismo: Orientação para Católicos", 6a. edição, Ed. Loyola, cap.VII, p. 157)

A Igreja Católica ensina que Deus pode permitir o aparecimento de uma alma do purgatório, em condições especialíssimas e muito raramente.
Ainda que Deus permita sob uma graça especial, uma alma do purgatório nos aparecer solicitando oração, ela jamais reencarnará em alguém, pois afirmam as Escrituras: “Está determinado que os homens morram uma só vez e logo em seguida o juízo.” (Hebreus 9,27).

A Igreja proíbe a evocação, a consulta aos mortos (necromancia espírita), pois é uma abominação "indagar dos mortos a verdade" (Deuteronômio 18, 11).

A Igreja nos adverte ainda que, em tais circunstâncias, o Diabo, por ser um anjo, facilmente pode iludir a quem segue essa prática.

Quanto aos padres que tiveram as imagens usadas na matéria, qualquer parecer sobre seu pensamento deve ser objetivamente fundamentado em seus ensinamentos verdadeiros, e não no que deles diz qualquer reportagem tendenciosa. As palavras dos padres foram:

“que não dá muita importância as peças do museu”; “não é possível materializar uma coisa espiritual”; “que não acredita naquelas “relíquias”, “que as peças podem ser verdadeiras; mas as almas não expressam sua presença nessas coisas, só em casos de graças especiais”; “há também manifestações de caráter infernal”; “coisa do diabo”; “o espiritismo não existe”; “nos não podemos chamar o espírito de Michelangelo, de Rafael ...” 


A verdade sobre o museu

Em 1900 iniciou-se a coleta de documentos para o que alguns anos depois seria chamado "Museu das Almas do Purgatório" e, mais tarde, até com desprezo, "Moseo Cristiano d'Oltre Tomba". Pois a parapsicologia verificou que ele reúne apenas uma coletânea de pirogravuras, à época consideradas erradamente como provas deixadas por "almas" do Purgatório, e hoje paparicadas pelos "mestres" do espiritismo como o máximo em provas da intervenção e identificação dos "espíritos" dos mortos. Nada científico na interpretação que pretende impor e que se tornou responsável por muitos traumas psicológicos falsamente religiosos.

A Parapsicologia aceita os fatos, sem apriorismo. E após longo, detido e prévio exame, nega a interpretação, completamente falsa e mesmo absurda.

É realmente lógica a admiração por tais efeitos da termogênese (entenda: http://www.clap.org.br/artigos/assombracao/a_fogo.asp ). Até certo ponto desculpável a interpretação supersticiosa, naquela época quando, aliás, nada sabiam de Parapsicologia. Hoje o pequeno museu é aberto ao público, e como vimos nos comentários dos padres, tomando-se o devido cuidado para evitar a absurda interpretação supersticiosa, conservando, porém, a coleção pelo seu interesse científico.


O Espiritismo empurrado goela abaixo pela Globo

O diretor geral dos “shows da vida”, da Rede Globo, Augusto Vanucci, confessou que seu mais ardente ideal é fazer propaganda do espiritismo, dizia: “Embora vindo de uma família católica, em Uberaba, cresci ouvindo o nome de Chico Xavier ... Procuro acatar o que ele me ensinou: usar o meu instrumento de trabalho, a televisão ...”

A sala que Vanucci ocupa na TV Globo é conhecida como Central do Espiritismo. (Ivandel Gondinho in Fatos & Fotos. Gente. 1/06/1981).

Foi este mesmo Vanucci, o mentor da malfadada campanha que tentou levar Chico Xavier a Prêmio Nobel da Paz. Pisou na jaca.

Na Globo ele fez escola, e como vimos, a cara de pau dessa emissora em querer empurrar a farsa do espiritismo goela abaixo, continua.

“Está determinado que os homens morram uma só vez e logo em seguida o juízo.” (Hebreus 9,27).

Cai a farsa.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Fim da farsa do baile do ressuscitado em Alhama de Murcia


Por Fernando Nascimento e Vanderley

Um certo gaiato postou dois vídeos no Youtube onde mostravam uma orquestra tocando músicas inapropriadas e pessoas dançando de posse de um andor com a imagem do Cristo ressuscitado, afirmando ser aquilo uma procissão católica

Para a alegria dos que costumam ser enganados a primeira vista, o título da burla era “Imagem de Jesus Cristo dança ‘Ai Se Eu Te Pego’ em procissão da Igreja Católica”.
O desonesto site Yahoo dizia: “essa não é a primeira vez que a confraria religiosa toca músicas “não religiosas” durante a procissão.” (na verdade, durante a procissão nunca se tocou músicas não religiosas)

Logo uma enxurrada de sites irresponsáveis, a maioria protestante, começou a levantar falso testemunho contra a Igreja Católica e até a caluniar que a Igreja fazia isso “para atrair fiéis”. Recheados de infernal ódio cego, foram os precipitados comentários protestantes e ateus ao final de cada exposição da burla.

Estes são os títulos dos polêmicos vídeos pega moscas:

Assista ao vídeo da procissão com a música de Michel Teló:

Assista ao vídeo da procissão com “Waka Waka”:


A Verdade:
Isto não é uma procissão, nas procissões o andor nunca é a última coisa, como mostrado nos vídeos.

Depois que a procissão havia terminado em seu cortejo normal e respeitoso, e a multidão se havia já disperso, a confraria, ainda de posse do andor, resolveu tocar uma música profana inapropriada e dançar. A Igreja Católica nunca autorizou esta palhaçada e muito menos isso é permitido em procissões e fere o estatuto da confraria.

Antes não tinha o Youtube para denunciar esse excesso, agora tem, e vai parar. Os aleivosos sites não vão mais alegar mal intencionados, que isso é uma procissão católica, porque nunca foi.


A Delegação das Irmandades e Confrarias se puseram em contato com os responsáveis pela orquestra que aparece no vídeo, e não mais se cometerá tamanha desordem:

Cai a farsa.  

quarta-feira, 11 de abril de 2012

A Rede Globo e as Mentiras Sobre os Documentos “Secretos” do Vaticano

Por Fernando Nascimento

A mal intencionada jornalista Ilse Scamparine, da Rede Globo, em pleno sábado de Aleluia, (e só porque era dia memorável católico, pois assim manda a praxe dos hereges), no Jornal Nacional do dia 7/4/2012, resolveu mais uma vez com suas desinformações, agredir a Igreja Católica num dia santo, isso direto de Roma, valendo-se das desonestas mentiras estratégicas protestantes (lendas negras), que tanto apregoa vez por outra as vendendo como “informação”.

A jornalista apresentava a exposição "Lux in arcana" que reúne documentos valiosos da Igreja, que está acontecendo nos museus do Capitólio, em Roma, como sendo uma “exposição de documentos secretos do Vaticano”, e caluniando a rodo, pronunciava uma mentira protestante e anti-histórica para cada documento que apresentava sem os ter lido.

A exposição "Lux in arcana" de antigos documentos valiosos da Igreja, está em cartaz desde 29 de fevereiro e vai até 9 de setembro, mas a desonesta e espírita Rede Globo escolheu coincidentemente o sábado de Aleluia, para com suas distorções criminosas vender mais uma vez a Igreja como vilã, usando a desonestidade da senhora Ilze Scamparini.

Eis o trecho do Jornal Nacional onde a Globo caluniava sobre os documentos:

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Refutando as mentiras da Globo propaladas pela Ilze Scamparine:

1- O processo de Galileu - A jornalista afirmava em forçado tom melancólico, que Galileu (trêmulo) foi condenado por sustentar que a terra era o centro do universo. Para isso a jornalista foi astuta o bastante ao tirar proveito da decoração ambiental do museu, que simbolizava o fogo luz da era medieval (era dos documentos), para fazer uso maldoso das chamas associando-as à inquisição das anti-católicas lendas negras protestantes. Ela caluniou que “muitos” morreram na fogueira, mas não citou nome algum e ainda culpou o Tribunal católico por isso. – Uma mentira vergonhosa, forjada pelo protestante Casidoro Reina que se escondia atrás do pseudônimo de “Montanus”!

Erroneamente ou por má fé, muitos que se aventuram a falar sobre o modo de justiça dos tempos medievais, atribuem as sentenças de morte simplesmente à “Inquisição”, contabilizando isto à Igreja Católica, o que é uma injustiça. Na verdade existiam três Tribunais distintos: 1- o Tribunal civil dos reis (que matava na fogueira e queimou os Templários e muitas bruxas); 2- o Tribunal protestante dos protestantes que usurparam países católicos (que matava na fogueira e queimou Miguel Servet e 20 mil bruxas só na confissão de Benedict Carpzov); 3- e o Tribunal católico (que era o mais indulgente e possuía proibição papal de se atentar contra a saúde ou vida do acusado. Daí Galileu, Casanova, Lutero, Casidoro Reina e muitos outros terem morrido na velhice de causas naturais, pois as sentenças do Tribunal católico eram a absolvição, ou a excomunhão, e estava limitado a julgar apenas católicos, e somente católicos, que promoviam heresia contra a fé).

Geralmente omitem essas regras do Tribunal católico, e também que a Igreja proibiu o livro proposto que recomendava torturas aos acusados, ou mesmo que foi a Igreja Católica que contribuiu decisivamente para o fim das mortes em outros tribunais.  

A Verdade: Galileu foi processado em 1633 por ter violado uma disposição que lhe foi feita em 1616. A disposição de 1616, que Galileu não cumpriu, proibia-o de ensinar o heliocentrismo, que foi descoberto décadas antes pelo padre Copérnico e financiado pelo Papa Paulo III, e que ainda não havia sido confirmado unanimemente pela ciência. Sem uma física como a de Newton, sem uma prova ótica como o movimento da terra, a coisa não se podia explicar. O próprio Galileu diante de outros cientistas em seu julgamento não foi capaz de provar cientificamente o heliocentrismo, ou seja, a teoria que dizia que o sol está no centro e a terra se move ao redor dele. Só mais tarde com novos instrumentos e estudos isso pode ser provado. Não só isto, Galileu havia conseguido fraudulentamente o imprimatur, enganou a quem o concedeu dizendo que era uma exposição imparcial, mas não era nada imparcial. Por este motivo foi acusado e, portanto, submetido a processos, ou seja, submetido a um processo disciplinar.

Outro aspecto importante a levar em conta é que, ainda que às críticas de Galileu, a posição tradicional estava fundamentada, nem Galileu nem ninguém possuíam naquele tempo argumentos para demonstrar que a Terra se movia ao redor do Sol. Galileu tentou prová-lo citando o movimento das marés, desde então, como sabemos, o argumento das marés estava errado. Só para bem situar as pessoas, antes disso tudo, Galileu havia “provado” matematicamente a existência do fictício inferno de Dante Alighieri. (1)

Galileu nunca foi condenado como herege, nem tampouco o heliocentrismo foi declarado como herético. Foi-lhe imposta uma penitência saudável, que consistia em prisão domiciliar, onde trabalhava normalmente, e recitar uma vez na semana os sete salmos penitenciais. Sua filha se ofereceu para fazê-lo no lugar dele. Não esteve na prisão nem um só momento, em atenção à sua fama, à sua idade e à consideração que tinha; foi tratado sempre com grande admiração.

Ao contrário do que a velhaca jornalista tenta passar, Galileu amava a Igreja, e diz, exagerando (Galileu) como faz sempre, em uma carta a um nobre francês: “Outros podem ter falado mais piamente e mais doutamente, mas nenhum mais cheio de zelo pela honra e a reputação da Santa Mãe Igreja do que escrevi eu”. É exagerado, mas, em todo caso, demonstra que é verdade. Como dizia João Paulo II, a verdade histórica dos fatos está muito longe da imagem que se criou posteriormente em torno de Galileu.
Galileu morreu na velhice, e sempre foi católico até o último dia de sua vida, e repousa até hoje dentro de uma Igreja católica.

A maior injustiça neste caso é os caluniadores sempre omitirem que foi o padre Copérnico, o verdadeiro descobridor do heliocentrismo, décadas antes de Galileu o defender cegamente. Por mais que a atitude dos que condenaram Galileu pareça exagerada, na realidade responde a uma lógica. (2)

Hoje sabemos que a Igreja fez muito bem, defendendo prudentemente as Escrituras quando Galileu a questionou. As Escrituras afirmam que “o sol se deteve ... quase um dia inteiro” (Josué 10,13), demonstrando um excepcional milagre divino, onde quase não houve noite no fim do dia. Não há contradição aí, a menos que alguém queira discutir com Max Planck e Albert Einstein (da Teoria da Relatividade):

 "Se tomarmos, por exemplo, um sistema de referências fixamente ligado com a nossa Terra, teremos de afirmar que o Sol se move no céu; se, inversamente, deslocarmos o sistema de referência para uma estrela fixa, o Sol encontra-se em repouso. Na oposição entre estas duas formulações não existe contradição nem obscuridade: trata-se somente de duas maneiras diferentes de considerar as coisas. Segundo a teoria física da relatividade, que atualmente pode ser considerada como aquisição científica assegurada, ambos os sistemas de referência e os modos de consideração que lhes correspondem são igualmente corretos e igualmente justificados, e é fundamentalmente impossível, sem arbitrariedade, decidir entre eles através de quaisquer medições ou cálculos". (Max Planck, in Vorträge und Erinnerungen, Stuttgart, 1949, p. 311).

Isto claramente prova que a Igreja, não estava “errada”, como pregam certos indoutos linguareiros, para rapinar na ignorância. Além do que no texto da sentença a Galileu não aparece em nenhum momento citado o Papa; portanto, esse documento não pode ser considerado como um ato de magistério pontifício, e menos ainda como um ato de magistério infalível nem definitivo. (3)

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2- A confissão dos Templários - A jornalista afirma que um pergaminho de 60 metros contém o processo contra a Ordem dos Templários da França, acusada de heresia pelo Papa Clemente V. - Uma mentira vergonhosa!

A Verdade: o pergaminho não contém nenhuma acusação ou condenação do Papa aos Templários, mas a confissão dos templários diante de três cardeais enviados pelo Papa ao castelo de Chinon. Quem condenou os templários e os sacrificou na fogueira foram os corruptos reis da época, valendo-se de falsas acusações e torturas, para se apoderarem dos bens da Ordem.

A publicação desse documento caluniado pela jornalista, dissipa e deixa claro todas as dúvidas que por interesse se verteram durante esses séculos sobre a Ordem do Templo e que tanto dano causaram à imagem da Ordem, deixando claro que:

1. O Papa Clemente V nunca esteve convencido da culpabilidade da Ordem do Templo.
2. A Ordem do Templo, seu Grão Mestre Jacques de Molay e os demais templários presos, muitos deles justiçados posteriormente, foram absolvidos pelo Santo Padre.
3. O Templo nunca foi dissolvido, senão suspenso.
4. O Papa Clemente V nunca acreditou nas acusações de heresia e por isso permitiu aos templários justiçados receber os Santos Sacramentos.
5. Clemente V nega as acusações de traição, heresia e sodomia pelas quais o Rei da França acusou o Templo.
6. O processo e martírio de templários foi um “sacrifício” para evitar um cisma na Igreja Católica, que não compartilhava em sua grande maioria das acusações do Rei da França, e muito especialmente da Igreja francesa.
7. As acusações foram falsas e as confissões conseguidas sob torturas.


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3- O Papa Pio XII - Em tom pilhérico, a aleivosa jornalista afirma que na exposição não há nada sobre o Papa Pio XII, segundo ela “acusado de se omitir diante da matança de judeus pelos nazistas.” - Uma mentira vergonhosa!

A verdade: Há sim, muito na exposição que contradiz a jornalista , sobre a inocência e bravura do Papa Pio XII. A jornalista apenas omitiu e preferiu fazer eco a uma caduca difamação maquinada e já refutada pelo jornalista Olavo de Carvalho, que começou com a caluniosa peça teatral “O Vigário” (1963), do protestante Rolf Hochhuth, e culminou no fantasioso livro do desonesto John Cornwell, “O Papa de Hitler” (1999), sendo de cabo a rabo essa farsa, uma criação da KGB. Confira tudo aqui: http://www.olavodecarvalho.org/semana/070201jb.html

O Papa jamais silenciou diante do massacre dos judeus, repetem essa mentira para vê-la tornar-se verdade. Os meios de comunicação da época são testemunhas letais contra os caluniadores.

Veja os Editoriais do New York Times nos anos da guerra sobre Pio XII:
“A voz de Pio XII é uma voz solitária no silêncio e na escuridão envolvendo a Europa neste Natal. O Papa reitera o que antes já havia dito. De modo geral, ele repete, ainda que mais claramente, o plano de cinco diretrizes que ele primeiro enunciara em sua mensagem de Natal no início da guerra, em 1939. (...)”

Em janeiro de 1940, por exemplo, o Papa deu instruções à Rádio Vaticana de que revelasse as "horríveis crueldades da selvagem tirania" que os nazistas estavam infligindo aos judeus e aos católicos poloneses. Dando notícia da transmissão uma semana depois, o Defensor Público dos judeus de Boston reconheceu-a por aquilo que era: "Uma denúncia explícita das atrocidades perpetradas pelos alemães na Polônia ocupada pelos nazistas, declarando abertamente que são uma afronta à consciência moral de toda a humanidade". O New York Times escreveu em seu editorial: "Hoje o Vaticano falou, com uma autoridade que não pode ser posta em discussão, e confirmou os piores presságios de terror que emergem das trevas da Polônia". Na Inglaterra, o Manchester Guardian elogiou o Vaticano como "o mais enérgico defensor da Polônia torturada". http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/opapajusto.html

Ao contrário do que afirmava a omissa e desonesta jornalista, ao dizer que não havia nada ali sobre o Papa Pio XII, há sim documentos que defendem a atitude do papa Pio XII, entre eles, está um relatório do núncio Francesco Borgongini-Duca que visitou sete campos de concentração na Itália, em 1941, e uma carta de agradecimentos de pessoas detidas nos campos, endereçada ao papa.

Filmes revelam ajuda de Pio XII aos judeus na SGM
Foram descobertos filmes que mostram a enorme atividade de ajuda que o Papa  Pio XII desenvolveu durante a Segunda Guerra Mundial a favor de todas as vítimas, independentemente de sua religião. http://www.2guerra.com.br/novosite/index.php?option=com_content&view=article&id=738:filmes-revelam-ajuda-de-pio-xii-aos-judeus-na-sgm&catid=94:artigos&Itemid=32

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4- A Carta indígena - A desonesta e omissa jornalista mostrou uma carta indígena escrita em 1887, “feita com o tronco de uma árvore” e enviada ao Papa Leão XIII, mas “inteligentemente” omitiu que o chefe da tribo indígena Ojibwa na carta, chama Leão XIII  de "grande mestre das preces que cumpre as funções de Jesus".

Por que será que a jornalista fez questão de comentar caluniando o conteúdo dos outros documentos e omitiu o conteúdo desta carta? Certamente faltou uma lenda negra protestante para este caso.

O povo católicos não merece o mau-caratismo da espírita Rede Globo, nem a ma fé e falta de profissionalismo da senhora Ilze Scanparini, em Roma, num sábado de Aleluia.

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Notas:

(1) Scientifc Blunders: A Brief History of How Wrong Scientists Cam Sometimes Be,
Roberts yuongson, Carrol & Graf Publishers, 1998.

(2) Mariano Artigas e Melchor Sánchez de Toca, Galileo y el Vaticano. Historia de la Comisión Pontificia de Estudio del Caso Galileo (1981-1992) (Madrid: Biblioteca de Autores Cristianos, 2008).)

(3) Por Mariano Artigas, professor de Filosofia da Ciência na Universidade de Navarra (Espanha), co-autor do livro “ Galileo en Roma. Crónica de 500 días” e autor do livro “Filosofia da Natureza”.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Uma Mentira para Fernão de Magalhães

Por Fernando Nascimento

Na internet circula um célebre lorota, que dá conta que o grande navegador Fernão de Magalhães (1480-1521) teria dito:

"A Igreja diz que a Terra é plana, mas sei que ela é redonda, porque vi a sombra dela na Lua, e acredito mais numa sombra do que na igreja."

Isso não passa de mais uma daquelas potocas inventadas para fazer parecer que a Igreja é ignorante. Tal frase nunca foi proferida por Fernão de Magalhães, por isso sempre é exposta sem qualquer fonte.

A Verdade:

Ao contrário do que pensam os caluniadores, a esfericidade da terra é conhecida desde os tempos antes de Cristo. Crates de Malus (145 A.C.) foi o primeiro a construir um globo para representar a Terra. (Enciclopédia Espasa Calpe, Barcelona, verbete Mapa, vol. XXXII, pág.1132).

A Igreja nunca disse que a Terra era plana, santo Agostinho (354-430), doutor da Igreja, no seu livro "A Cidade de Deus" (De Civitate Dei), mais de 1.000 anos antes de Fernão de Magalhães nascer, escreveu:

"Apesar de estar supostamente ou cientificamente provado que a Terra tem a forma esférica, disto não decorre que o outro lado do mundo seja desprovido de mares, nem decorre imediatamente que, sendo desprovido de mares, seja habitado."

Também muito antes de Fernão de Magalhães nascer, Santo Alberto Magno, que viveu entre 1193 e 1280, e que foi mestre de São Tomás de Aquino, defendeu a esfericidade da Terra. São Tomás de Aquino - o maior gênio medieval - tratou da questão em pauta na Suma Teológica (I., q.1, a.1, ad2). A imagem de Nossa Senhora de Montserrat, padroeira da Catalunha, é do século XI, tanto ela como o menino Jesus, têm nas mãos o globo terrestre, da qual a Virgem Maria é Rainha e da qual Cristo é Criador e Senhor. Se a Igreja representava a Terra por um globo séculos antes de Fernão de Magalhães nascer, é porque sabia que ela é redonda, não fazendo qualquer sentido a frase fantasiosa que inventaram para Fernão.

Só isso põe fim a lorota.

Os navegadores portugueses e espanhóis eram fundamentalmente católicos, altamente devotos e desde a Escola de Sagres estudavam os conceitos de navegação considerando a redondeza do planeta. Além disso, Magalhães era católico fervoroso, teve problemas em manter a fidelidade religiosa de seus comandados, empreendeu conversões e não se concebe que se reportasse de forma irônica a uma “interpretação” da Igreja. Sua armada era composta de cinco navios, que tinham inclusive nomes de santos católicos e da Trindade: Trinidad, San Antônio, Concepcion, Victoria e Santiago.
Nos livros sobre a epopéia magelânica, não há qualquer indício de tal frase do navegador.

Martin Behaim (1459-1507), cosmógrafo, astrônomo e explorador, contemporâneo de Fernão de Magalhães, pintou um dos primeiros globos terrestres conhecidos. O Globo de Behaim, também conhecido como Globo de Nuremberga, seguiu a idéia de um globo construído antes por volta de 1475 para o papa Sisto IV. http://pt.wikipedia.org/wiki/Martin_Behaim

Foi pela influência do bispo católico de Burgos, que Fernão de Magalhães conseguiu a aprovação do projeto de sua viagem em volta do mundo por parte de Carlos V.
Coube à expedição de Fernão de Magalhães, em 1521, levar o primeiro padre católico ao território filipino.

Diogo Ribeiro, foi quem produziu o mapa mundi da viagem de Fernão de Magalhães. No rodapé desse mapa, na parte inferior, próximo ao vinco central, consta claramente o aval dos “Catholicos”. O mapa se encontra ainda hoje, na Biblioteca Apostólica Vaticana, e podemos vê-lo na biografia do seu autor, abaixo:



Cai a farsa.

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Fontes:

- Arquivo Nacional da Torre de Tombo - A. N. T. T. , Corpo Cronológico, parte I, maço 101, doc. 87 - publicado por Antonio Baião: A viagem de Fernão de Magalhães por uma testemunha presencial, in Arquivo Histórico de Portugal, volume I, Lisboa, 1932.

- Queirós Velloso - Fernão de Magalhães - A Vida e a Viagem, Lisboa, 1941.