quinta-feira, 15 de março de 2012

YEHOSHUA OU JESUS?


Em síntese: Tem sido espalhado um panfleto que acusa o Catolicismo (o Papa) de haver mudado o nome do Salvador YEHOSHUA para JESUS. Este último seria um deus pagão ou o Deus CAVALO. - A alegação é totalmente falsa, pois após o exílio babilônico (587-538 a.C.) os judeus mesmos preferiram usar a forma breve JESHUA para designar os heróis do Antigo Testamento chamados YEHOSHUA: assim o sucessor de Moisés, que em português é dito Josué; assim também o Sumo Sacerdote que acompanhou Zorobabel na volta do exílio... Ora da forma hebraica JESHUA fez-se a grega IESOUS e a latina IESUS. Em tal procedimento não tomou parte a Igreja Católica.

Tem-se propagado um panfleto intitulado “O NOME SAGRADO”, que alega ter sido ilicitamente trocado o nome de YEHOSHUA por JESUS, nome de uma divindade pagã.
A seguir, exporemos a tese do panfleto e procuraremos mostrar como é falsa.

1. O conteúdo do panfleto

Logo na primeira página lê-se:
"O vocábulo Jesus não se deriva de Yehoshua.
Fica portanto provado que a sacrílega mudança do nome sagrado de Yehoshua para Jesus é a maior fraude teológica desde que o mundo foi criado até hoje".

Na página 3 volta a acusação:
"Prezado amigo, há quase 1600 anos estávamos sendo enganados a respeito do Sagrado e Eterno Nome do nosso Salvador. Quase toda a humanidade crê que Jesus Cristo é o seu verdadeiro nome. Isto é a maior mentira que Satanás conseguiu introduzir na mente das pessoas. Veja você, este nome não é de origem hebraica, mas sim grega (IESOUS), latinizado para Jesus e posteriormente transformado em Jesus".

O panfleto propõe a seguinte etimologia:
"O nome de Jesus é de origem pagã e significa DEUS-CAVALO (hebraico Ye = Deus e Sus = cavalo). E cavalo é igual a Besta.

O mundo inteiro adora a "Besta" pensando estar adorando o Cordeiro de Deus. Vejam a assustadora matemática:

IESVS  CRISTVS ([1])  FILII   DEI
1 + 5 + 100 + 1 + 5 + 1 + 50 + 2 + 500 + 1 = 666

Não está você também, sem saber, adorando a BESTA?"

Dito isto, o autor do panfleto procura a causa do alegado fato:

"Quem adulterou e continua adulterando a verdade criminosamente? Porventura somos nós, uma minoria perseguida e odiada por todos por seu verdadeiro NOME? Poucos sabem que os exemplares da Bíblia que dispomos são traduções feitas a partir da Vulgata Latina e que no ano de 383 de nossa era um monge de nome Jerônimo, fiel cumpridor das ordens do Papa Dâmaso, da Igreja Católica romana, foi obrigado a fazer acréscimos, mudanças e correções - veja introdução à Bíblia - ed. Vozes".
"O nome de Jesus foi dado por Roma".

Refutação:

2. Que dizer?

Proporemos três observações.
2.1. O nome

O debate versa sobre um nome que ocorre não raro no Antigo Testamento sob duas formas: Yehoshua, modalidade anterior ao exílio (587-538 a.C.) e Yeshua, após o exílio. Por exemplo, o sumo sacerdote Jesus, filho de Josedec e companheiro de Zorobabel na restauração de Jerusalém, é mencionado como Yehoshua pelos profetas Ageu e Malaquias, e como Yeshua nos livros de Esdras e Neemias. Ainda: o nome de Josué, filho de Nun, é mencionado como Yehoshua nos livros do Êxodo, dos Números, do Deuteronômio, de Josué e dos Juízes, e como Yeshua em Neemias 8, 17.

A tradução grega do Antigo Testamento dita "dos LXX" usou a forma grega lesous proveniente de Yeshua. Isto explica que os autores do Novo Testamento, escrevendo em grego, tenham usado a forma lesous para designar o Salvador da humanidade.

Os manuscritos do Novo Testamento, desde os mais antigos, têm todos, e tão somente, a forma lesous, não há indício algum de mudança de nome do Salvador no século IV.

Vê-se assim quão infundadas são as alegações do panfleto, publicado pela Congregação das Testemunhas de Yehoshua. Além do mais, contêm incoerências e erros, que passamos a apontar.

2.2. Incoerências e Erros

O autor do panfleto afirma que o nome JESUS tem origem grega e pagã, mas vai buscar sua etimologia na língua hebraica, concluindo que significa "Deus Cavalo".

Essa etimologia é questionável, pois YE pode ser a abreviatura de JAVÉ, não, porém, a de ELOHIM (= DEUS).
A equação JESUS CRISTUS FILII DEI = 666 não tem sentido, pois quer dizer JESUS CRISTO DO FILHO DE DEUS - o que nada significa; deveria ser JESUS CHRISTUS FILIUS DEI (JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS) - o que não dá o total 666. Na verdade ninguém adora a Besta quando adora Jesus Cristo.

2.3. São Jerônimo e a Bíblia

O autor insinua que foi São Jerônimo, por ordem do Papa São Dâmaso, quem alterou o nome do Salvador. - Ora é de notar que São Jerônimo é responsável apenas pelo texto latino da Bíblia, não pelo texto grego. Se, ao traduzir o texto sagrado para o latim, usou de certa liberdade (liberdade que compete ao tradutor se ele a julga necessária para dar maior clareza ao texto), nunca o fez de modo a descaracterizar o texto sagrado, alterando o seu sentido.

É absolutamente falso dizer que o texto bíblico vernáculo é tradução da Vulgata Latina; temos várias traduções diretas dos originais gregos e hebraico, munidas de notas de rodapé que explicam os versículos mais difíceis.

3. Conclusão

O nome JESUS vem do hebraico YESHUA; não é devido a alguma modificação do texto bíblico. Significa JAVÉ SALVA, e não DEUS CAVALO. Mais uma vez se evidencia como são superficiais ou mesmo tendenciosas as críticas protestantes aos irmãos católicos; dir-se-ia que lhes interessa mais denegrir e combater a Santa Mãe Igreja do que procurar a Verdade. Com panfletos de linguagem mal redigida e erros de português investem contra a Igreja. Será por amor a Cristo?

As observações filológicas deste artigo foram extraídas do verbete lesous da autoria de Willhelm Foerster publicado no Grande Lessico dei Nuovo Testamento organizado por G. Kittel e G. Friedrich, vol. IV, pp. 909-934.

MAIS UMA...

A Igreja Betei Remanescente tem propagado um panfleto que também tenta explanar o nome de JESUS. Eis os seus principais dizeres (sem retoques de grafia):

"EXPULSE O PAGANISMO DE SUA VIDA

A origem do nome do pai e do filho, é Emanuel Isaias 7,14 e 8,8 Mt 1,23.

Antigamente o nome não era Jesus Cristo e sim ZESVS CRISTVS, tendo ligação com Zeus, ou Júpiter para os romanos.
Os gregos escreveram o nome IESOUS, que também foi formado por duas divindades pagãs: IO mais ZEUS = IO a amada de ZEUS. Porque tanto paganismo? Os bispos "romanos" fizeram isso para agradar os pagãos atraí-los para a "igreja de Roma". Sem falar que o famoso nome de Jesus em hebraico tem um significado blasfemo: Je = (Ye) = Deus e a palavra SUS "cavalo", assim forma a palavra: Deus é cavalo. Lembre; Está escrito: "Foi-lhe dada boca que proferia arrogâncias e blasfêmias... E abriu a boca... para lhe difamar o NOME..." (Apo. 13:5-6). ... Perguntamos: Qual é o "nome" adorado por todos, tanto católicos romanos, evangélicos, espíritas, pentecostais, saravás, etc...? Todos a uma voz invocam o falso nome, o nome Jesus que teve origem em deuses pagãos, agora se você for uma alma sincera leia na sua Bíblia Êxodo 23:13 e decida. Qual deles? O NOME SAGRADO EMANUEL, ou o "nome de outros deuses" contidos no nome de Jesus?"

Que dizer?

Para tais alegações vale a resposta já atrás explanada. O argumento decisivo é o dos manuscritos bíblicos e não bíblicos da antigüidade; nenhum dá margem às etimologias dos irmãos separados. O nome JESUS é a autêntica fórmula portuguesa correspondente ao nome hebraico do Salvador.

Os polemistas lançam muita areia nos olhos dos leitores desprevenidos, embora falem sem provar o que dizem, ou em total ignorância da matéria abordada.


Dom Estêvão Bettencourt


[1] Faltou o H de CHRISTVS (Nota da Redação).

quarta-feira, 14 de março de 2012

São Jerônimo adulterou a Bíblia?

A Mentira:

Jerônimo Confessa que Adulterou a Bíblia

A Confissão de Jerônimo!

"Obrigas-me fazer de uma Obra antiga uma nova... da parte de quem deve por todos ser julgado, julgar ele mesmo os outros, querer mudar a língua de um velho e conduzir à infância o mundo já envelhecido. Qual, de fato, o douto e mesmo o indouto que, desde que tiver nas mãos um exemplar, depois de o haver percorrido apenas uma vez, vendo que se acha em desacordo com o que está habituado a ler, não se ponha imediatamente a clamar que eu sou um sacrílego, um falsário, porque terei tido a audácia de acrescentar, substituir, corrigir alguma coisa nos antigos livros? (Meclamitans esse sacrilegum qui audeam aliquid in verteribus libris addere, mutare, corrigere). Um duplo motivo me consola desta acusação. O primeiro é que vós, que sois o soberano pontífice, me ordenais que o faça; o segundo é que a verdade não poderia existir em coisas que divergem, mesmo quando tivessem elas por si a aprovação dos maus". (Obras de São Jerônimo, edição dos Beneditinos, 1693, t. It. Col. 1425).

Onde se encontra a mentira:


A Verdade:

São Jerônimo não adulterou coisa nenhuma. Copias dos escritos originais, anteriores a tradução de São Jerônimo, estão preservados e até foram encontrados no Mar Morto para calar os embusteiros.
Por exemplo, encontra-se exposto no Vaticano, o  Codex Climaci Rescriptus, uma das Bíblias mais antigas do mundo, na língua materna de Jesus, o aramaico da Palestina, para decepcionar os caluniadores.
 
Os inimigos da Igreja estão sempre pescando frases de seu contexto para tentar atacar a Igreja, mas são sempre desmascarados quando mostramos o contexto dos textos bíblicos ou documentais que eles em vão tentam fraudar.

A improcedente acusação acima, parte do pressuposto errado de que o fazer "uma nova obra" é "corromper" uma existente. São Jerônimo, tal como ele garante parágrafos adiante, apenas se refere à dificuldade de traduzir para latim os textos ao ter que manter, simultaneamente, o seu sentido original mediante uma tradução literal dos mesmos.

No texto acima citado pelos embusteiros, como quem humildemente profetizava, São Jerônimo está apenas prevendo as críticas ignorantes que viriam de gente que tinha uma má tradução como correta, diante da que ele traduziria direto dos originais em sua literalidade.

Contexto em que falava São Jerônimo

A grande confusão dos textos latinos levou o papa Dâmaso I (366-384 d.C.) a propor um texto único para toda a Igreja. Aquele encarregou São Jerônimo, famoso por seus conhecimentos bíblicos e linguísticos, de rever a Vetus Latina que tinha base no texto grego.

O novo texto latino, traduzido diretamente dos originais hebraico, aramaico e grego para o latim, recebeu o nome de VULGATA e as divergências de tradução do grego da antiga versão Vetus Latina foram sanadas. A Vulgata foi produzida para ser mais exata e mais fácil de compreender do que suas predecessoras.

O nome vem da expressão vulgata versio, isto é "versão de divulgação para o povo", e foi escrita em um latim cotidiano, usado na distinção consciente ao latim elegante de Cícero, do qual Jerônimo era um mestre.

São Jerônimo estudou hebraico e dedicou 20 anos da sua vida para a tradução dos textos sagrados da língua original para o latim, examinando cuidadosamente todos os manuscritos que conseguiu localizar juntamente com os mais conceituados rabinos judeus.

A Vulgata foi o primeiro exemplar que reuniu todos os manuscritos em um único livro, e até hoje é uma referencia para as traduções atuais e o cristianismo ocidental.

A descoberta dos rolos do Mar Morto, em 1947 serviu para enriquecer a autenticidade das Escrituras Sagradas, e confirmar a exatidão da Vulgata.

O Professor Libby foi encarregado de realizar a pesquisa com o pedaço do tecido linho em que estava envolvido o rolo do livro de Isaías, concluiu que o tecido era do tempo de Cristo, e que os documentos escritos eram mais antigos, comprovando que Isaías encontrado na caverna de Qumrãn foi escrito por volta do ano de 100 a.C., comprovando o texto da bíblia hebraica antigo, a tradução grega dos Septuaginta e a Vulgata Latina. Onde o texto hebraico escrito a cerca de mil anos mais antigo, estava em concordância textualmente com a relação atual, porém tal pergaminho pressupõe que seja a mesma que Jesus utilizou na sinagoga de Nazaré (Lc 4,16-17).

Já as bíblias protestantes divergem dos escritos do Mar Morto e faltam sete livros.

E assim tudo se esclarece para vergonha dos caluniadores que usam bíblias adulteradas de fato.

Cai a farsa.

Por Fernando Nascimento


Fontes:
  




Sociedade Bíblica do Brasil


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A Mentira das “hóstias alucinógenas”



A Mentira:

Hóstia alucinógena faz beatas atacarem padre na Itália
Por Charles Nisz | Vi na Internet – sex, 24 de fev de 2012

Algumas fiéis da Santo Espírito de Campobasso, na região central da Itália, abraçaram o crucifixo, outras começaram a ter visões de santos. Outras, por sua vez, começaram a bater no padre e gritar: "Você é o demônio".
Toda essa confusão no último domingo (19) aconteceu porque as hóstias foram feitas com uma farinha alucinógena em vez da farinha comum. Trata-se de um caso de "ergotismo", uma intoxicação alimentar causada por farinhas de cereais contaminadas por esclerócios que atingem a safra do grão.
Esses organismos microscópicos contêm uma grande quantidade de fungos, perigosos para a saúde, entre os quais costumam encontrar-se muitos agentes psicotrópicos, parecidos com o ácido lisérgico, ou LSD.
Assustado, o padre da Igreja de Campobasso foi obrigado a se esconder na sacristia à espera da polícia. A retirada dos fiéis foi confusa, lembrando os protestos antiglobalização ocorridos na cúpula do G-8. (vi no @CorreiodoBrasil)




A verdade:

Tudo não passa de mais uma falsidade contra a Igreja.

Jornal italiano desmente notícia sobre hóstias alucinógenas

25/2/2012 11:16,
Por Redação, com agências internacionais - de L'Áquila, Itália

A Igreja do Espírito Santo, em Campobasso, interior da Itália, onde velhinhas carolas teriam ingerido hóstias alucinógenas e atacado o padre local a golpes de bolsa, simplesmente, não existe. O fato, descrito inicialmente, em detalhes, no diário italiano Abruzzo24ore, não passa de um hoax (notícia falsa), como admitiu a versão eletrônica do diário, neste sábado. No texto, o jornal revela que a matéria foi publicada a partir de um relato na página de um perfil da rede social Facebook, sem qualquer confirmação.

É verdade, aproveitamos uma história publicada no Facebook e a copiamos e colamos, com um título bem atraente. Temos consciência de que criamos uma nova lenda urbana”, admite o jornal, em texto publicado nesta manhã. A notícia, contestada pela Secretaria de Comunicação Social do Vaticano, logo em seguida, no entanto, foi uma das trends mundiais do Twitter, repetida em milhares de jornais e blogs na internet, ao redor do mundo.

“Trata-se de uma brincadeira séria, na verdade, mas só isso. Mas alguns jornais, como o Sole24ore e a Vanity Fair, por exemplo, copiaram e colaram a matéria como se fosse produção deles, sem questionar nada e sem publicar a versão da igreja”, acrescenta o artigo, que critica a opção da maior parte dos veículos de comunicação pela quantidade, e não pela qualidade do material publicado.

Ainda segundo o Abruzzo24ore, “já não se perde dois minutos para verificar se a notícia é verdadeira ou não. Copia-se e cola-se o mais rápido possível para garantir a melhor posição no Google e alcançar o maior número possível de leitores”.

Cai a farsa!

Por Fernando Nascimento.

A Igreja é acionista da Beretta S.A.???


A Mentira:



“Talvez poucas pessoas saibam que a fábrica de armas PIETRO BERETTA S.A. (uma das maiores indústrias de armas do mundo) é controlada pelo grupo Beretta Holding S.A. e o acionista marjoritário desta, depois de Ugo Gussalli Beretta, é o o IOR "Istituto per le Opere di Religione" mais conhecido como Banco do Vaticano. É um Instituto privado, criado em 1942 pelo Papa Pio XII e com sede na cidade do Vaticano.
Na foto um bispo testa uma de suas... "ações".”

Onde se encontra a mentira:





A Verdade:

A Foto é uma manipulação grosseira feita no Photoshop:




A Beretta SpA respondeu a esta calúnia em 23 de fevereiro de 2012, e negou que o IOR seja um de seus acionistas:

"Em relação aos relatos generalizados nos últimos dias sobre a composição da Holding Beretta, a empresa nega o mais forte em que a IOR ou empresas ligadas a ela são parte dos acionistas da companhia ou de suas subsidiárias. Beretta Holding, que controla um grupo de empresas ativas, principalmente em esportes de caça e recreio, é uma empresa detida pela família há 15 gerações. "

LUISA Achino
Comunicação & PR
Roupas, acessórios e varejo
Fabbrica d'Armi Pietro Beretta SpA
Dir +39 030 8341 469
Fax +39 030 8341 399”
.
O IOR, jamais foi criado pelo Papa Pio XII em 1942, e apesar de ser apregoado falsamente como “Banco do Vaticano” na realidade não tem objetivos especificamente bancários, pois seus lucros são destinados a atividades religiosas e foi definida como uma «entidade central» da Igreja pelo Tribunal de Primeira Instância da Santa Sé em 1987 (1), mais de duas décadas após a morte do Papa Pio XII.

Como vemos, há ignorantes com segundas intenções postando mentiras na internet para rapinar na ignorância dos pouco informados. 

“Ao ignorante, basta uma mentira bem contada para que a tenha como verdade. E ao sábio, não há mentira que o impeça de buscar a verdade”. (Marcus Moreira Lassance Pimenta)

O Catecismo da Igreja Católica assim termina dizendo sobre as armas:

A.50.6 Produção e comércio de armas

§ 2316

A produção e o comércio de armas afetam o bem comum das nações e da comunidade internacional. Por isso as autoridades públicas têm o direito e o dever de regulamentá-los. A busca de interesses privados ou coletivos a curto prazo não pode legitimar empreendimentos que fomentem a violência e os conflitos entre as nações e que comprometam a ordem jurídica internacional.

A.50.7 Recusa do emprego das armas

§ 2311.

Os poderes públicos devem prever eqüitativamente o caso daqueles que recusam o emprego das armas por motivos de consciência, mas que continuam obrigados a servir sob outra forma à comunidade humana.(2)

Fontes pesquisadas:

Cai a farsa.
Por Fernando Nascimento.






domingo, 12 de fevereiro de 2012

O Papa Gregório IX perseguiu os gatos?

A Mentira:

"O Papa Gregório IX ordenou o extermínio dos gatos. E assim o tentaram. A humanidade pagou caro por isto. Os ratos tomaram conta do pedaço. A conseqüente peste negra dizimou cerca de um terço da população européia. Apesar dessa matança, alguns gatos sobreviveram e os inquisidores afirmavam que só tendo parte com o misticismo esse bicho não desapareceria depois de tão intensamente caçado. Daí, a idéia de que o gato tem sete vidas."


Onde se encontra a mentira:

- na anticatólica Revista Superinteressante

- na anticatólica Revista Galileu: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG84040-7943-204,00-UM+NOVO+OLHAR+SOBRE+O+GATO.html

- http://elsonsepulveda.blogspot.com/2011/11/o-franklin-foi-um-devoto-de-nossa.html

- e http://www.sitedecuriosidades.com/


A Verdade:

Tudo não passa de mais uma deslavada calúnia contra a Igreja Católica, disseminada pelas anticatólicas revistas Superinteressante, Galileu e propagada por outros ignorantes infectados pela mentira.

O Papa Gregório IX nunca emitiu qualquer bula contra os gatos, ou mesmo a imaginária bula “Voz in Roma” tão propalada pelos embusteiros que resolveram nomear tal falsa bula contra os gatos.

Eis as bulas emitidas pelo Papa Gregório IX, onde não consta esta forjada pelos enganadores, e nenhuma delas trata de gatos:

Ille humani generis (1232), Etsi Judaeorum (1233), Licet ad capiendos (1233), Si vera sunt (1239). Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_bulas

Portanto, é falsa tal acusação contra o Papa, que jamais perseguiu gatos. No tempo do Papa Gregório IX não existia peste negra na Europa, e depois de seu pontificado passou-se mais de um século para que a peste negra chegasse da China, onde os gatos abundavam. Esta pandemia matou 12 milhões de pessoas na China e Índia.

O Papa Gregório IX foi Papa de 1227 a 1241, a pandemia da peste negra só atingiu a Europa em meados do século XIV.

Que a inquisição foi criada para perseguir bruxas, é outra falsidade forjada pelos protestantes, os maiores perseguidores e exterminadores de bruxas. Tal lenda da inquisição foi criada pelo protestante Casidoro Reina que usava o pseudônimo de “Montanus”, sendo de fato o maior perseguidor e matador de bruxas o luterano Benedict Carpzov.

Ao contrário do que querem fazer parecer os embusteiros, “inquisição” significa inquirir, entrevistar, consultar, e não matar pessoas. O tribunal católico questionava somente pessoas da religião católica, e somente católicos, que pregavam heresias dentro da Igreja, os absolvendo, ou os excomungando. Não intervia contra o que pensavam ou praticavam pessoas de outros credos.

Bem no inicio da Inquisição, O Papa Alexandre IV, em 1252, dava as instruções claras de que o Tribunal não era para combater a bruxaria, feitiçaria ou quaisquer outras práticas mágicas, mas unicamente para combater a heresia. O julgamento e repressão da magia, da feitiçaria, da bruxaria como ações ou poderes, era competência do poder civil. Diz o documento emitido por este Papa:

“Como os interesses da fé devem gozar das mais altas prerrogativas e não sofrer detrimento proveniente de cuidados que lhe são estranhos, os que haverão de ser designados como inquisidores pela Santa Sé para lutar contra a peste da heresia não deverão ocupar-se de fatos de adivinhação ou sortilégios, a menos que estes tenham manifestamente sabor herético. Eles não deverão castigar os que se entregam a essas práticas, senão que deixarão essa solicitude á justiça local.” (Líber sextus decretalium)

Moral da história: os gatos nunca foram perseguidos pelo Papa Gregório IX, e jamais impediram que o rato preto espalhasse a peste negra nem na China e nem na Europa, porque eles mesmos estavam entre os portadores da pulga do rato preto que causavam as mortes, por isso a população os matavam e queimavam junto com os cães e porcos.

Ainda hoje, gatos, entre muitas doenças, transmitem aos humanos uma doença parasitária que é a toxoplasmose, que é provocada por um protozoário o toxoplasma gondii que infecta os felinos que comem aves, ratos ou carne contaminada. O pior desta doença é para as mulheres grávidas, que pode até causar aborto, ou lesões ao feto. O cenário agrava-se ainda mais se a gestante estiver na sua primeira gravidez. Para saber mais em: http://www.ruadireita.com/animais-estimacao/info/as-doencas-transmitidas-pelo-gato/

O rato cinzento, que substituiu o rato preto e os antibióticos é que contiveram a peste negra.

Sobre atribuir aos inquisidores o lenda do gato ter sete vidas é outra falsidade. Muitíssimo antes os provérbios do islâmico Maomé (570-632), já diziam isso dos gatos, e a quantidade de vidas varia de uma parte do planeta para outra. Nos países de língua inglesa são nove, em vez de sete vidas.

Cai a farsa!

Autor: Fernando Nascimento


Referências Bibliográficas:

- DELUMEAU, Jean. A história do medo no ocidente. São Paulo, Companhia das Letras, 1989. (Capítulo 3: Tipologia dos comportamentos coletivos em tempo de peste);

- Grande Enciclopédia Larousse Cultural. v. 19, São Paulo, Nova Cultural, 1998;

- Benedict Carpzov, Practica Nova Rer. Criminalium Imperialis Saxonica in 3 Partes Div., Wittenberg, 1635;

- Tudo Gato http://www.tudogato.com/2010/12/gatos-tem-sete-vidas-explicacoes.html


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Refutação a “O Estado do Vaticano”

O embuste intitulado “O ESTADO DO VATICANO” de autoria do Pr. Lauro de Barros Campos, que reúne toda sorte de calúnias, ódio e distorções contra a Igreja Católica, e que é altamente distribuído na forma de apostila de norte a sul do Brasil, pregado em aulas dominicais, dado como “curso de teologia” evangélico e propalado na internet desde a igreja metodista até a assembléia de Deus, foi linha a linha refutado, e desde a quarta-feira de cinzas de fevereiro de 2009, já encontra-se disponível, nos endereços:

Cai a farsa:

http://caiafarsa.wordpress.com/o-%E2%80%9Cdocumentario-estado-do-vaticano%E2%80%9D-ajudara-o-leitor-nessa-questao-que-e-a-interrogacao-de-milhoes-de-brasileiros/


E em Calúnias contra a Igreja:

http://oswaldo-superhancpetram.blogspot.com/2009/02/o-estado-do-vaticano.html


O “Resposta ao Falso Documentário”, é fruto de dois anos de pesquisas de Fernando Nascimento e tem a publicação de Antonio Carlos e Oswaldo Garcia.


Tal refutação simplesmente destroça mais este “catecismo” de calúnias protestantes.


Boa leitura!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Manual do Professor - Refutado

Autor: Fernando Nascimento


Em visita a um amigo conhecedor de nosso combate às descaradas mentiras históricas protestantes, aquele me apresentou um livro da sexta série denominado “Manual do professor, História Conceitos e Procedimentos”, que tem como autores Ricardo Dreguer e Eliete Toledo, com publicação pela Atual Editora, divulgado pela Editora Saraiva e utilizado por sua irmã professora da rede pública.

Capa do citado "Manual do Professor"

No capítulo 7 deste livro, que trata de “reformas religiosas”, está ali explicito para todo mundo ver, um escancarado proselitismo protestante valendo-se de todos os embustes anti-históricos forjados pelos próprios protestantes contra a Igreja Católica.


Os autores Ricardo Dreguer e Eliete Toledo, em conluio com a Atual editora, Editora Saraiva e esse marginalizado Ministério da Educação dos vazados Enens da vida, estão a transformar faz tempo, os professores deste país em verdadeiros prosélitos do protestantismo em sala de aula, atribuindo vergonhosamente à Igreja Católica o que é próprio da fé fundada por Lutero.

O próprio Lutero nos legou o relato dessa prática, anos antes de lançar-se em revolta aberta, dizia: “(...) os hereges não são bem acolhidos se não pintam a Igreja como má, falsa e mentirosa. Só eles querem passar por bons: a Igreja há de figurar como ruim em tudo.” (Franca, Leonel, S.J. A Igreja, a reforma e a civilização, Ed. Agir, 1952, 6ª ed. Pág. 200).


Uma vez protestante, ensinava Lutero: "Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da Igreja (luterana)." (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).

Refutarei documentalmente, parágrafo a parágrafo, as mentiras estratégicas protestantes vendidas na primeira página do capítulo sete deste criminoso “Manual do Professor” desprovido de qualquer compromisso com a verdade.

Em vermelho, segue o constante no Manual, em seguida minha refutação.


Das críticas à ruptura


A reforma luterana


No Brasil a lei garante a liberdade religiosa. Isso significa que as pessoas têm direito de escolher livremente suas crenças, sem ser dis­criminadas por isso. Os cidadãos têm também o direito de não seguir cren­ça alguma e ser ateus, isso é, não acreditar na existência de Deus. "


Isso porque o Papa Paulo III assim determinou desde que o Brasil começou a ser colonizado:


Papa Paulo III (1534-1549),
“Pelo teor das presentes determinamos e declaramos que os ditos índios a todas as mais gentes que aqui em diante vierem a noticia dos cristãos, ainda que estejam fora da fé cristã, não estão privados, nem devem sê-lo, de sua liberdade, nem do domínio de seus bens, e não devem ser reduzidos a servidão”. (...) determinamos e declaramos que os ditos índios, e as demais gentes hão de ser atraídas, e convidadas à dita Fé de Cristo, com a pregação da palavra divina, e com o exemplo de boa vida. E tudo o que em contrário desta determinação se fizer, seja em si de nenhum valor, nem firmeza; não obstante quaisquer cousas em contrário, nem as sobreditas, nem outras, em qualquer maneira. Dada em Roma, ano de 1537 aos 9 de junho, no ano terceiro do nosso Pontificado.” (Bula Veritas Ipsa” (1537)


Já os protestantes, que dizimaram os índios “pagãos” de seus países, ao chegarem no Brasil esbanjavam intolerância e ceifavam a vida de todo católico que não se convertesse ao protestantismo.


Em 1570, foram enviados ao Brasil para evangelizar os índios o Padre Inácio de Azevedo e mais 40 jesuítas. Vinham a bordo da nau São Tiago quando em alto mar os interceptou o calvinista Jacques Sourie. Como prova de seu "evangélico" zelo mandou degolar friamente todos os padres e irmãos e jogar os corpos aos tubarões. (Luigi Giovannini e M. Sgarbossa in Il santo del giorno, 4ª ed. E.P, pág. 224, 1978).


Na Bahia, em 1624, por intolerância dos invasores protestantes, as igrejas católicas foram depredadas e transformadas em depósitos, celeiros, adegas ou paióis e a Sé foi destinada ao culto anglicano. http://www.achetudoeregiao.com.br/ba/Bahia_sua_historia.htm


Em Olinda, no ano 1631, os invasores protestantes destruíram e queimaram as igrejas católicas. A única igreja que ficou intacta foi a de São João Batista dos Militares, que servia de quartel general às tropas invasoras. http://www.oocities.org/br/cantinhobacalhau02/71pag07.htm


Em 16 de julho de 1645, o Padre André de Soveral e outros 70 fiéis foram cruelmente mortos por mais de 200 soldados holandeses e índios potiguares. Os fiéis participavam da missa dominical, na Capela de Nossa Senhora das Candeias, no Engenho Cunhaú, no município de Canguaretama, localizado na Zona Agreste do Rio Grande do Norte. Por seguirem a religião católica, pagaram com a própria vida o preço pela crença, por causa da intolerância calvinista dos invasores.
http://www.dnonline.com.br/app/noticia/cotidiano/2009/09/28/interna_cotidiano,19853/index.shtml


O livro que contém todas estas barbaridades e muito mais, foi o 1º. Prêmio de Erudição da Academia Brasileira de Letras e editado na Biblioteca Pedagógica Nacional, volume 180, pela Companhia Editora Nacional e chama-se algo que nunca existiu, Civilização Holandesa no Brasil”, José Honório Rodrigues e Joaquim Ribeiro, 1940.


Ainda hoje, a coisa mais comum é encontrar nos jornais do Brasil, a notícia de que mais um evangélico invadiu uma Igreja Católica e a depredou. Longe desta conduta estão os católicos.


Ficará provado aqui, que o protestantismo defendido pelos autores deste Manual faz vasto uso da máxima lenista que diz:


“Xingue-os do que você é. Acuse-os do que você faz” (Lenin).


“Mas essa liberdade religiosa nem sempre foi permitida. Na Europa oci­dental do século XIII, por exemplo, as regras estabelecidas pela Igreja Católica eram tidas como inquestio­náveis. Quem não as aceitasse tor­nava-se vítima de perseguições. "


Acabamos de conhecer qual era a verdadeira religião intolerante perseguidora.
Essa estória de perseguição católica na Europa, é mais uma mentira estratégica forjada pelo protestante Casiodoro de Reina, que escreveu as mais diabólicas calúnias contra a Igreja sob pseudônimo de “Montanus”. Esse articulista foi quem mudou o termo inquisição, simples ato de inquirir, indagar, em “queimar pessoas”. Ele é o responsável pelas falsas mortes da inquisição, que apenas ao inquirir ou absolvia, ou excomungava católicos hereges e somente católicos; foi ele quem fantasiou em seus escritos sobre instrumentos de torturas que nunca existiram; mas foi sóbrio o bastante para omitir as 20 mil mortes de bruxas na fogueira ordenadas pelo luterano Benedict Carpzov; os milhares de camponeses mortos por Lutero e a queima do Médico Miguel Servet por Calvino. (Museum Plantin – Moretus, Antwerp), (Royal Library, The Hagur), (University Salamanca), (The Prado Museum), (Benedict Carpzov, Practica Nova Rerum Criminalium Imperialis Saxonica in Três Partes Divisão, Wittenberg, 1635.), (("Tischredden", Ed. Erlangen, Vol. 59, p. 284)


A Igreja nunca perseguiu ninguém por ter credo diferente. Os ortodoxos se separaram da Igreja no século XI, muito antes do século XIII e jamais foram perseguidos. No século XIII na Europa não existiam protestantes, mas Judeus, ortodoxos e muçulmanos.


Reproduzo, sobre este tema, a opinião de dois importantes judeus sobre a suposta perseguição da Inquisição. Quanto aos judeus, a Inquisição da Igreja não existia nem para os judeus, nem para os muçulmanos. Ela só julgava quem fosse católico e tivesse traído a Fé. Há textos de historiadores judeus que confirmam isso. George Sokolsky, editor judeu de Nova York, em artigo intitulado "Nós Judeus", escreveu: "A tarefa da Inquisição não era perseguir judeus, mas limpar a Igreja de todo traço de heresia ou qualquer coisa não ortodoxa. A Inquisição não estava preocupada com os infiéis fora da Santa Igreja, mas com aqueles heréticos que estavam dentro dela.” (Nova YorK, 1935, pg. 53)


O Dr. Cecil Roth, especialista inglês em "História do Judaísmo", declarou num Forum sionista em Bufalo, (USA, 25 de Fev de 1927): "Apenas em Roma existe uma colônia de judeus que continuou a sua existência desde bem antes da era cristã, isto porque, de todas as dinastias da Europa, o Papado não apenas recusou-se a perseguir os judeus de Roma e da Itália, mas também durante todos os períodos, os Papas sempre foram protetores dos judeus. (...) A verdade é que os Papas e a Igreja Católica, desde os primeiros tempos da Santa Igreja, nunca foram responsáveis por perseguições físicas aos judeus, e entre todas as capitais do mundo, Roma é o único lugar isento de ter sido cenário para a tragédia judaica. E, por isso, nós judeus, deveríamos ter gratidão."




Se há na Europa uma religião terrivelmente intolerante e sanguinária, que perseguiu e ceifou a vida de milhões porque tinham credo oposto ao dela, esta foi o protestantismo.


Lutero escreveu um diabólico panfleto intitulado: “CONTRA OS JUDEUS E SUAS MENTIRAS”, obra esta, reproduzida na ’História do Anti-semitismo’, de Leon Poliakov onde brada:


"(...) Finalmente, no meu tempo, foram expulsos de Ratisbona, Magdeburgo e de muitos outros lugares... Um judeu, um coração judaico, são tão duros como a madeira, a pedra, o ferro, como o próprio diabo. Em suma, são filhos do demônio, condenados às chamas do Inferno. Os judeus são pequenos demônios destinados ao inferno.” ('Luther's Works,' Pelikan, Vol. XX, pp. 2230).


"Queime suas sinagogas. Negue a eles o que disse anteriormente. Force-os a trabalhar e trate-os com toda sorte de severidade ... são inúteis, devemos tratá-los como cachorros loucos, para não sermos parceiros em suas blasfêmias e vícios, e para que não recebamos a ira de Deus sobre nós. Eu estou fazendo a minha parte.” ('About the Jews and Their Lies,' citado em O'Hare, in 'The Facts About Luther, TAN Books, 1987, p. 290).


Os escritores Dennis Prager e Joseph Telushkin registram: "Ao executarem seu primeiro massacre em larga escala, em 9 de novembro de 1938, no qual destruíram quase todas as sinagogas da Alemanha e assassinaram trinta e cinco judeus, os nazistas anunciaram que a perseguição era uma homenagem ao aniversário de Martim Lutero.” (...) “... De fato, Julius Streicher (nazista), argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg, que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martim Lutero não tivesse dito 400 anos antes”. (Why the Jews? The reason for anti-Semitism [Por que os Judeus: A causa do anti-semitismo] (Nova York: Simon & Shuster, 1983), p. 107.)


Graças à intolerância plantada por Lutero na Alemanha, nove milhões de judeus foram exterminados. Não era diferente o plano protestante para aos católicos, célebre é a frase do pastor protestante Friedrich Wieneke: “A paz só virá quando o último judeu se enforcar no último intestino do último vigário". (Fonte: Report from Wieneke, “attacks on Pastors”, dated 9,1941 – (BA Koblens R 43 11/478ª, fiche 1, document 19)).


No tempo de Lutero, relata o historiador Maurice Andrieux, que em 6 de maio de 1527, no terrível saque à Roma, uma horda de invasores protestantes, penetra o hospital do Espírito Santo e ali, aos berros, degola os enfermos. À semelhança de uma torrente bravia, os bárbaros se lançam sobre Roma gritando: -“Viva Lutero, nosso Papa!!!”- todos cumprem a palavra de ordem: quem for encontrado nas ruas deve morrer, seja moço ou velho, mulher ou homem, padre ou freira. Ávidos, incansáveis na busca das riquezas, dos despojos, os Reformadores e outros invasores assaltam, saqueiam, incendeiam, trucidam, arrebentam as suas vítimas, jogam crianças pelas janelas ou as esmagam contra as paredes. Conforme Maurice Andrieaux, esse ataque a Roma “superou em atrocidade todas as tragédias da história, até mesmo a destruição de Jerusalém e a tomada de Constantinopla.” (Rome, Maurice Andrieux,1968)


No dia em que a Inglaterra, arrastada pela paixão do rei Henrique VIII se separou da Igreja para abraçar os princípios da Reforma, começou o longo calvário da nação mártir. Tribunais religiosos foram instaurados e os católicos foram obrigados à assistir cultos protestantes, muitos importantes católicos opositores foram mortos, tais como Thomas More, o Bispo John Fischer muitos sacerdotes, frades franciscanos e monges cartuchos. (Macaulay. A História da Inglaterra. Leipzig, pag.:54.)


Na Irlanda, o primeiro suplício foi a expropriação e confiscação de bens. ISABEL, JAIME I, CARLOS I, CROMWELL despojaram os proprietário irlandeses de suas terras para reduzi-los à miséria e à escravidão. "Nos fins do século XVII os católicos irlandeses e anglo-irlandeses não possuíam mais que a sétima parte de sua ilha" (BANCROFT, Op. cit., t. IV, p. 47; LINGARD, History of England (4), Londron, 1838, t. IX, c. 2, p. 149; c. 5, p. 342).


Sob CROMWELL mais de cem mil cidadãos foram desterrados, vinte mil vendidos como escravos para a América, seis mil crianças de ambos os sexos lançadas fora da ilha e vendidas (C. CANTUI, Storia Universale (3), Torino, 1846, t. XVII, p. 395. (Cfr. BERNH. LESKER, Irland's Leiden und Kämpfen, Maiz 1881, p. 36 ss.).


Mas a fidelidade do povo à fé dos seus maiores não cedia à violência dos perseguidores. Novos suplícios: o extermínio feroz, a matança em massa. Quando os exércitos de CROMWELL entraram triunfantes na ilha oprimida, o sangue dos seus filhos correu em torrentes. Conta-se que o tirano-profeta baixara ordem de trucidar todos os católicos de 16 aos 60 anos, de arrancar os olhos aos de 6 a 16 e de transpassar o seio das mulheres. A soldadesca infrene atirou-se à carnificina. "Impossível determinar o número das vítimas que em 11 anos (1841-1852) sacrificou a Inglaterra para protestantizar a Irlanda". C. CANTU, Storia Universale(3), EPOCA XII, c. VI, Torino, 1843, t. XII, p. 204.)


Depois desses horrores, as execuções da justiça. Como se não bastara o sangue já derramado, para exterminar de todo os católicos ainda restantes, erigiu o gerente um tribunal, conhecido sob o nome de açougue (Cromwell's slaughter house). As sentenças de morte e de exílio por ele pronunciadas acabaram de semear a desolação e o terror na desventurada ilha. (Cfr. BEAMONT, l'Irlande (7), t. I, p. 74; P. F. MORAN, Historial sketch of the persecution suffered by the catholics of Ireland under the rele of Cromwell, Dublin, 1862, LINGARD, History of England(4), t. X, c. 5, 296 sgs.: B. LESKER, Irland's Leiden, p. 25 sgs.).


Excogitou-se então novo expediente: a excomunhão social, o ilotismo. Todos os católicos, como bestas-feras que se aferrolham em jaulas, foram expulsos das outras regiões da ilha, logo dividida entre os invasores, e encurralados na província de Connaught. Quem lhe ultrapassasse os limites poderia ser morto por qualquer cidadão (LINGARD, History of England(4), t. X, c. 6, p.369.

O catolicismo nunca perseguiu os protestantes e nunca se apoderou de seus templos ou bens. Mas a prova cabal das perseguições seculares protestantes aos católicos aí está para quem quiser ver. Até hoje na Europa inteira, as grandes igrejas protestantes permanecem sendo as que foram violentamente roubadas dos católicos sob sangue derramado. Por falta de protestantes, muitíssimas estão fechando ou à venda, como podemos ver neste link: http://www.property.org.uk/unique/ch.html


Estranho é os autores desse criminoso “Manual do Professor” se comprometer a falar de “Reforma Luterana” e omitir tudo isso, preferindo fazer eco às vergonhosas mentiras estratégicas protestantes, em explícito proselitismo.


“Nos séculos XIV e XV, no con­texto das mudanças na mentalidade dos europeus, o número de pessoas que questionavam os valores e práticas da Igreja Católica aumentou. Nesse período, alguns pensadores começaram a descartar a necessidade de intermediários - padres ou santos no contato entre o ser huma­no e Deus. Criticavam também o luxo em que viviam alguns membros da Igreja, o excesso de rituais e o culto às imagens.”


Em todas as épocas, levantaram-se hereges com as mais estapafúrdias desculpas para querer colocar-se no lugar da Igreja, todos foram varridos pelo tempo, a Igreja persiste triunfante, pois Jesus disse que "as portas do inferno não prevalescem contra ela" (Mt 16, 18). Os hereges tentam em vão descartar os padres e santos legitimamente ordenados por Cristo e seus sucessores os apóstolos, que ouviram de viva voz do Salvador: "Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou." (Lc 10,16)

Os salteadores, sem qualquer ordenação da sucessão apostólica ou voto de pobreza, gananciosamente desejam esses postos apenas para ficarem ricos como muitíssimos que conhecemos e estiveram atrás das grades por escândalos financeiros. O recado foi dado por Jesus: “Em verdade, em verdade, vos digo: quem não entra pela porta no redil onde estão as ovelhas, mas sobe por outro lugar, esse é ladrão e assaltante.” (São João 10,1)


Eles não queriam tirar intermediários entre Deus e o povo coisa nenhuma, mas colocar-se entre o povo e o dinheiro do povo. Só no Brasil, o número de “pastores”, “pastoras”, “bispos”, “bispas”, “apóstolos”, “profetas”, “ministros”, “reverendos”, “diáconos” e "obreiros" entre Deus e os vangélicos superam os padres da Igreja Católica no mundo inteiro. Já em 2006, o número de pastores evangélicos por fiel era dezoito vezes maior que a proporção de padres por católico. Revista Veja, Edição 1964 . 12 de julho de 2006)


Se a intenção deles, contrariando Jesus que disse: “quem vos ouve a mim ouve...” fosse de fato tirar os intermediários entre Deus e o povo, eles não abririam tantas igrejolas e contas bancárias para os protestantes juntarem-se diante deles e entregar-lhes o obrigatório e concorrido dízimo, que na Igreja Católica não é obrigatório.


Os luxuosos pastores que hoje voam de jatinhos, helicópteros particulares e vivem à sombra de suas suntuosas mansões, criticam o relicário da Igreja porque desconhecem que os pertences da Igreja são doações históricas e voluntárias dos católicos e milenar patrimônio tombado da humanidade. Eles nunca verão essas coisas nos testamentos dos Papas que fazem votos de pobreza e sentam na mesma e única cadeira de madeira revestida de bronze após o anterior falecer. Os sofás dos pastores certamente são mais confortáveis.


Como o protestantismo é um samba do crioulo doido, Calvino criticava os apostólicos rituais católicos, mas Lutero não, nem as imagens. No link abaixo vemos a maioria das Igrejas históricas protestantes e pentecostais repletas de imagens sendo veneradas, o que prova que os argumentos protestantes não devem ser levados a sério, pois Deus nunca proibiu imagens, mas os ídolos pagãos. O bíblico e sagrado Templo Salomão era repleto de imagens. http://caiafarsa.wordpress.com/imagens-em-templos-prostestantes/


“No século XlV, o professor inglês John Wyclif (1320-1384) propôs mu­danças profundas na Igreja. Entre elas incluía-se a transferência dos bens da Igreja Católica para o controle da so­ciedade e a realização das missas nas línguas locais, e não mais em latim. "


O protestantismo fundado em 1517, desesperadamente tenta criar sua falsa história desde John Wyclif (1320-1384), ignorando que esse cidadão era católico e morreu de causas naturais após passar mal numa missa. Wyclif foi sepultado em campo santo da Igreja. Os restos de Wyclif foram retirados de campo santo dez anos após ser descoberto herege por meio de um de seus escritos que negava a presença de Cristo na Eucaristia, além da eficácia dos sacramentos e rejeitava os ritos. Só isso prova que Wyclif era herege tanto para os católicos como para os protestantes e ortodoxos, que crêem na Eucaristia e nos sacramentos que estão na Bíblia. http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/JohnWycl.html


As palavras do arrependido Lutero vendo a desgraça que causou a “reforma” confirmam isso: "Este não quer o batismo, aquele nega os sacramentos; há quem admita outro mundo entre este e o juízo final, quem ensina que Cristo não é Deus; uns dizem isto, outros aquilo, em breve serão tantas as seitas e tantas as religiões quantas são as cabeças" ( Luthers M. In. Weimar, XVIII, 547 ; De Wett III, 6l ).


Se Wyclif supostamente queria “a transferência dos bens da Igreja Católica para o controle da so­ciedade”, esquecia os bens de sua própria rica família? Certamente ele não sabia que a Igreja Católica há muito tempo transfere seus bens não só para a sociedade, mas para países inteiros, basta confirmar isso no site do próprio Vaticano:


Para conhecer as Doações do Papa aos países pobres, acesse: http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/corunum/corunum_po/profilo_po/doni_po.html


Para conhecer as Missões de caridades da Igreja pelo mundo, acesse: http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/corunum/corunum_po/attivita_po/missioni_po.html


Para conhecer a Assistência e Beneficiência da Igreja aos infermos e desvalidos, acesse: http://www.fides.org/ita/statistiche/2000_7.html


Ao contrário do que fala os que colocam palavras na boca do Wyclif, A Missa sempre foi rezada com palavras latinas, hebraicas (Amén, Hosanah, Aleluiah) e gregas (o Kyrie), porque a sentença de Pilatos condenando Cristo à morte foi escrita nessas três línguas. Pois quem reza a missa é o sacerdote, e não o povo.


Citar a Missa em latim, como uma das desculpas para a “reforma protestante”, não cola, visto que protestante nenhum vai à missa na Igreja Católica quando a missa é rezada também na língua vernácula. Aliás, nem tem missa em mais de 99% das igrejas protestantes. Na grande maioria nem mesmo o “Pai Nosso” é rezado ali, apesar de ensinado por Jesus.


Aproveito para acabar com um recente mito protestante que calunia que a Igreja não tinha bíblia vernácula antes de Lutero, pois os desmentindo, o próprio Lutero ainda católico dizia: "foi um efeito do poder de Deus que o papado preservou, em primeiro lugar, o santo batismo; em segundo, o texto dos Santos Evangelhos, que era costume ler no púlpito na língua vernácula de cada nação..." (De Missa privata, ed by Jensen, VI, Pg 92).


“As idéias de Wyclif foram conde­nadas como heréticas, mas se espa­lharam por varias regiões européias. Entre os seus seguidores destacou-se o sacerdote tcheco John Huss (c.1371­-1415), que foi queimado vivo na fo­gueira por ter criticado a hierarquia católica e seus abusos. “


As idéias de Wyclif foram condenadas como heréticas porque de fato vimos que ele era um herege com “H” maiúsculo, invalidando a Eucaristia e os sacramentos estabelecidos por Cristo. Se John Huss o seguiu, era herege igualmente. Jonh Huss não criticava os “abusos” da Igreja, mas do igualmente herege e antipapa João XXIII, que foi levado a Roma pelas armas do rei Ladislau de Nápoles e obrigado a abdicar do falso cargo. Este foi quem condenou Huss a morte. O herege João XXIII, se opunha a Gregório XII, papa legítimo de Roma na época. (Enciclopédia Microsoft Encarta 99).


“Apesar das perseguições as no­vas idéias religiosas continuaram ganhando adeptos. No século XVI, elas levaram às reformas religiosas e a criação de novas Igrejas cristãs.”


Jesus disse: uma só fé, um só batismo e um só Senhor. (Ef 4,5-6), só isto basta.


Não houve “perseguições” as “novas idéias religiosas”, as “novas idéias religiosas” é que passaram a perseguir violentamente a Igreja Católica em todo o mundo, com suas intolerâncias, matanças, vilipêndios e toda sorte de calúnia, inclusive as como estas que refuto. E se um dia ganharam adeptos com suas mentiras, hoje perdem mais do ganham justamente para a Igreja Católica, confira:


1- Em apenas um dia, 400 mil protestantes anglicanos converterem-se ao catolicismo. http://www.acidigital.com/noticia.php?id=11760


2- O catolicismo nos Estados Unidos, país protestante, tornou-se a maior denominação cristã atualmente. http://pt.wikipedia.org/wiki/Catolicismo_nos_Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica


3- O catolicismo continuar liderando na Alemanha, berço do protestantismo. http://www.suapesquisa.com/paises/alemanha/


4- O bispo líder de 85% dos finlandeses luteranos disse que eles querem voltar à Igreja Católica. http://www.pime.org.br/noticias2005/noticiasfinlandia1.htm




Houve uma "reforma protestante" porque o protestantismo estava precisando ser reformado, e essa "reforma" que nada tem a ver com a Igreja Católica continua em mais de 50 mil seitas protestantes rivais entre si.


Como bem diz o apologista Oswaldo Garcia: “É preciso saber que os "reformadores" não reformaram a Igreja de Cristo (que é irreformável em sua fé). Não se reforma uma casa criando em volta dela uma multidão de barracos.”


Se a "reforma" fosse para o catolicismo chamarse-ia "reforma católica".


A Igreja Católica, fundada por Jesus Cristo, continua a mesma ontem, hoje e sempre, desde que o Salvador a fundou no ano 30 na Palestina. Lembre-se disso toda vez que um protestante citar a "reforma protestante". Muita gente não nota que quando eles citam isso, estão simplesmente confessando que na verdade a "reforma" foi para o protestantismo, visto que a Igreja fez até uma Contra Reforma, ignorando a Babel protestante.


As mentiras estratégicas protestantes da primeira página do capítulo sete do criminoso “Manual do Professor” encerram com uma fantasiosa gravura usada nos antigos panfletos difamatórios protestantes, seguida da legenda: “venda de indulgências em representação de Jong Breu, 1530.”

Gravura utilizada no Manual

Contra essa outra quimera, registra a Enciclopédia Católica New Advent: ["Os baús indulgência de Tetzel exibido na Jüterbog e outras cidades alemãs, são falsificações, de acordo com o escritor protestante Körner (Leben Tetzel, 73)"].
Fonte: http://www.newadvent.org/cathen/14539a.htm


Com essa falsidade, os autores do Manual pretendem inculcar que a Igreja de fato vendia indulgência, quando isso é completamente falso.


Logo abaixo, Lutero, pai dos protestantes e testemunha ocular dos fatos na Alemanha, documenta em suas 95 teses o contrário do que pregam os embusteiros bacharéis da mentira:


"50. Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.


51. Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto – como é seu dever – a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de indulgências extorquem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isto fosse necessário vender a Basílica de S. Pedro.


53. São inimigos de Cristo e do Papa aqueles que, por causa da pregação de indulgências, fazem calar por inteiro a palavra de Deus nas demais igrejas.


71. Seja excomungado e amaldiçoado quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas." (Fonte: http://www.ibnshekinah.com.br/Estudos-B%C3%ADblicos/as-95-teses-de-lutero.html )


Não se deve incriminar a Igreja por atos desobedientes e isolados de um monge chamado Tetzel numa pequena cidade da Alemanha. Tal monge foi advertido por um enviado do Papa e envergonhado morreu de desgosto inclusive sendo perdoado por Lutero que assegura em suas teses:


"91. Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido."

Sobre a desonestidade das editoras evangélicas, alerta o insuspeito presbiteriano Prof. Juan Pablo, mestrado em História pela UFES:

“Bem, a respeito do estudo sobre o cristianismo antigo, a primeira coisa que devemos aceitar, é que os protestantes de modo geral, em especial os brasileiros, conhecem muito pouca coisa de História cristã. Infelizmente, a grande maioria dos livros de história do cristianismo publicados por editoras evangélicas aqui no Brasil não são fontes confiáveis para o estudo da história cristã antiga e medieval, e isso por dois motivos:


1 - são escritos por teólogos com péssima formação histórica;
2 - seu objetivo real não é realmente informar o leitor, e sim combater o catolicismo, para dar a falsa impressão de que tudo o que a ICAR alega seria mentira e portanto fazer apologética da teologia protestante. Ou seja: pecam por desonestidade intelectual. Faz-se necessário estudar a história do cristianismo a partir da historiografia acadêmica.” (Depoimento do Prof. Juan Pablo constante em: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=511275&tid=5556312832534205906&na=3&nst=43&nid=511275-5556312832534205906-5556569177379161061 )


Eis a mais pura verdade, e alerto a sociedade em geral, que desde a ditadura militar, durante a passagem do protestante Ernesto Geisel pelo governo brasileiro, as mentiras estratégicas protestantes vêm sendo sorrateiramente publicadas como “verdades históricas” nos livros didáticos escolares, com mero propósito de promover o protestantismo de forma desonesta e criminosa nas salas de aulas.


Muitas queixas temos recebido de alunos em todo o país, que já percebem essa maquinação em curso, maquinação esta que acaba por gerar "bacharéis" como os autores deste "Manual do professor". Conclamamos aos pais a folhearem os livros de história de seus filhos e ao detectarem tal conduta, denunciem a editora ao Ministério Público Federal e os professores prosélitos ao NRE - Núcleo Regional da Educação local, muito fácil hoje é gravar o que se está ensinando em sala de aula.

Vergonhosa é a atitude dos autores Ricardo Dreguer e Eliete Toledo. Se eles omitem o desfecho da "reforma luterana", o Melanchton, parceiro de Lutero foi mais honesto ao dizer:


“Nem toda a água do rio Elba daria lágrimas bastante para chorar a desgraça da Reforma.” (citação de Melanchton, amigo de Lutero - Lúcio Navarro, Legítima Interpretação da Bíblia).


Cai a farsa.

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